segunda-feira, 10 de abril de 2017

VOLTANDO AO BÁSICO



Textos introdutórios:

“Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto que não eram deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito. Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o SENHOR. Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas.” (Jeremias 2:11-13 RA).

“A o anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer. Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” (Apocalipse 2:1-5 RA)

Existem muitas coisas em que precisamos nos aperfeiçoar. Realmente a igreja brasileira, a igreja de Cristo no mundo todo, tem muito o que crescer no conhecimento de Deus. Isso é muito importante. O profeta conclama a todos: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.” (Oséias 6:3 RA). Todavia, esse prosseguir de conhecer a Deus só deve ter uma continuidade se as bases forem mantidas ou se elas existirem.

Muitas vezes achamos o básico como algo irrelevante, primário, pequeno, infantil. Dizemos: Eu já cresci. Já sei o básico. Todavia, na vida cristã o básico é o que nos sustenta moralmente e doutrinariamente, enfim espiritualmente. Quando não temos as bases feitas, formadas, não temos capacidade de irmos mais além. A maturidade espiritual só alcança quem preserva o básico até o fim. E a ausência do básico pode nos levar a estagnação espiritual. Jamais progredirmos, jamais chegarmos a um nível maior e melhor de vida. Por isso o autor aos hebreus escreve: “Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido.” (Hebreus 5:12 RA).

Diante disso: você já sabe o básico na fé? Você já pratica o básico? Você já leu a Bíblia toda? Você tem notas pessoais, devocionais de toda a Bíblia? Sua leitura bíblica é de qualidade? O nosso relacionamento com Deus tem sido superficial, regular, bom ou excelente?

Pode ir atrás, quando nossas perguntas são negativas diante dos questionamentos acima foi porque ou esquecemos o básico, ou negligenciamos ou não sabemos. Mas, Deus me direciona a falar que NÃO ESTÁ TUDO PERDIDO. Se ele manda falar é porque nos ama, porque quer o melhor para nossas vidas. E que temos nele uma fonte que verdadeiramente sacia a nossa sede, mas infelizmente nos contentamos com tão pouco ou com coisas triviais e supérfluas que nos ludibriam no prazer superficial e momentâneo. Jesus disse: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.” (Mateus 24:35 RA). João disse: “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.” (1 João 2:17 RA). TEMOS QUE ENTENDER que as coisas de Deus são eternas e as da terra são passageiras.

sábado, 18 de março de 2017

LIÇÕES DA ENTRADA DE JESUS EM JERUSALÉM


Texto áureo: João 12.12-26

Jesus está qui nesta passagem vivendo o seu momento especial, de glória, que não poderia ofuscar ou iludi-lo do seu real momento de glória que não era esse. Sua entrava triunfal em Jerusalém é registrada nos quatro evangelhos (Mt.21.1-11; Mc.11.1-1; Lc.19.28-40). Jesus está aqui a seis dias antes da Páscoa (Jo.12.1). Antes deste evento Jesus havia ressuscitado Lázaro (Jo.11), um milagre que deixou muitos judeus maravilhados e creram em Jesus (Jo.11.45) e os principais sacerdotes e fariseus intrigados e prontos a conspirarem contra Jesus (Jo.11.47-57). 

Este dia é um dia profético, como vemos no trecho, percebemos isso. Ele tava cumprindo muitas profecias, dele Isaías disse: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta.” (Zacarias 9:9 RA). Jesus marcou o cumprimento da profecia de Daniel: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos.” (Daniel 9:25 RA). Jesus cumpriu essa profecia. De Neemias (ver Ne.2.6-8) até Cristo. Temos aqui 445 a.C. a 33 d.C. As 7 semanas mais 62 semanas, são na verdade 7 períodos de sete (anos) e 62 também, ao todo 69 períodos de sete (anos). Totalizando 483 anos (69x7). Sim, de Neemias, aquele que recebeu a ordem para edificar e restaurar Jerusalém em 445 a.C. até Cristo em 33 d.C., o Ungido, essa data é marcada pela sua entrada em Jerusalém. Incrivelmente marcam 483 anos! Basta apenas somarmos 445 + 33 = 476 anos. Onde que dar 483 anos? É porque os anos proféticos da bíblia são contados por 360 dias (ver o caso do dilúvio em Gn.7.11 e 8.4 / 7.24 / 8.3). Assim, temos uma diferença de 7 anos. É só multiplicarmos 483 anos por 360 dias e teremos o total de 173.880 dias. Dividindo pelo nosso calendário anual, conhecido como Gregoriano, de um ano de 365 dias. Teremos 476 anos. Isto é, 476 anos bíblicos equivalem a 483 anos no nosso calendário.

Jesus estava ciente disto, tanto que ele percebe que é chegada a sua hora, e que, conforme o profeta Daniel havia predito, ele seria morto: “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.” (Daniel 9:26 RA). Observe que todas essas profecias de Daniel se cumpriram: a morte do Ungido (Cristo, Mashyach), foi o que aconteceu dias depois; a destruição do santuário (templo de Jerusalém) em 70 d.C., e até o fim haverá guerra, até hoje Israel vive em constantes conflitos.

Diante deste cenário profético da entrada de Jesus em Jerusalém, que marca as 69 semanas de Daniel, esse momento de Jesus nos traz lições preciosas:

1a Lição: Crendo em Jesus sem precisar de sinais (v.17-18).
“Dava, pois, testemunho disto a multidão que estivera com ele, quando chamara a Lázaro do túmulo e o levantara dentre os mortos. Por causa disso, também, a multidão lhe saiu ao encontro, pois ouviu que ele fizera este sinal.” (João 12:17-18 RA).

Aquela multidão que cercava e recebia Jesus com ramos de palmeiras e com brados de “Hosana” (sê propício; salva!) só estava ali por causa do que viram, e por isso creram nele. Infelizmente muitos são assim, precisam ver para crer. Porém, não era e não é isto que Jesus espera dos seus verdadeiros discípulos: “Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram.” (João 20:28-29 RA).

Porque você crê em Jesus? Porque algo de bom ele te deu? Porque houve um sinal em que Deus confirmou pra você que Jesus é o salvador? Porque os enfermos são curados? Ou porque simplesmente você acredita?

Temos que aprender a crer para depois ver. Quando invertemos isso estamos fazendo prevalecer a razão humana e não a fé. Uma fez que a razão humana tem um campo limitado, inferior a razão divina, não é capaz de mensurar ou discernir o divino, torna-se necessária a fé. O meio pelo qual somos salvos e entramos em um contato com Deus. (Confira: Rm.5.1; 10.17; Ef.2.8; Hb.11.1,6).

2a Lição: Jesus é salvação para todos os povos (v.20-23).
“Ora, entre os que subiram para adorar durante a festa, havia alguns gregos; estes, pois, se dirigiram a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e lhe rogaram: Senhor, queremos ver Jesus. Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe o comunicaram a Jesus. Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem.” (João 12:20-23 RA).

Os gregos que se encontravam naquela ocasião estavam interessados em conhecer Jesus. Queriam entrevistá-lo, esse é o significado da frase: “queremos ver Jesus”. Logo que recebe de seus discípulos Filipe e André ele diz: “chegou a hora de ser glorificado o Filho do homem”.

O que estamos fazendo para que Jesus chegue a todos os povos? Como podemos levar Cristo aos confins da terra? Será que não privamos Jesus das pessoas?

Não há coincidência, Jesus padecer na véspera da Páscoa há uma grande prova do amor de Deus por todos os povos. Pois nesta festa, muitos gregos, gentios (não judeus) de toda parte vinham para Jerusalém. Portanto, Jesus derramou o seu sangue por todos, daí a sua ênfase que a hora estava chegando. Isto é, a humanidade estava ali presente para receber por meio de Cristo todos os benefícios da sua morte e ressurreição.

“E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo.” (João 12:32 RA). Salvação é aproximação de Cristo, além de ser através dele. (Moody). Não recebemos apenas a salvação, mas no aproximamos de Jesus, de Deus. Como alguém já havia dito: “salvação não é doutrina, é Jesus”.

3a Lição: A morte é a chave para a frutificação espiritual.(v.24,25).
“Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna.” (João 12:24-25 RA).

Jesus sabia que sua hora tava chegando. Os gregos estavam entre eles, os judeus estavam divididos entre os que criam e os que não. Tudo corria como Deus assim havia predito pelos seus profetas. Então ele pronuncia uma das maiores frases de sua vida aqui na terra. Uma se aplicava a ele mesmo (v.24) e outra a nós (v.25). A primeira aponta para sua morte, que produziu filhos espirituais em toda parte do mundo. E para isso, foi preciso ele morrer. “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” (João 1:12-13 RA).

A segunda aponta para nós. O mesmo princípio se aplica aos seus discípulos. Precisamos ter o averso do amor pela própria vida para que venhamos a frutificar espiritualmente, e por fim a vida eterna. Isto é, a glorificação de nosso corpo mortal. A comunhão plena e perfeita com Deus. O fim dos sofrimentos e todas as mazelas do pecado. “Aquele que procura ajuntar à sua volta aquilo que é perecível, acaba perecendo junto; aquele que se despoja de tudo aquilo que só pertence a este mundo, prepara-se para uma vida mais elevada”. (Westcott).

4a Lição: Seguir Jesus envolve servi-lo. Ele se faz presente por meio dos seus servos. Que na eternidade estarão com ele. (v.26).
“Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará.” (João 12:26 RA)

Jesus deixa outra grande frase para os seus discípulos. Uma lição grandiosa para todos nós que o recebemos em nossas vidas. Não existe palavra tão confrontadora como essa. Tão definidora de quem é quem. Se somos ou não de Jesus. Ele deixa essa frase depois de tomar conhecimento de que os gregos o procuravam. Em outras palavras Jesus disse: todos me procuram? Pois digam a eles que se querem me seguir tem que me servir. E por onde eles forem será eu presente naquele lugar. E quando eu estiver presente com o meu Pai no céu e na eternidade, lá eles estarão também.

Não há nada mais sublime do que isso. Servir Jesus, ser Jesus onde precisa, estar com ele, onde ele estiver. Glória a Deus.

“E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” (João 14:3 RA).

“Quem vos recebe a mim me recebe; e quem me recebe recebe aquele que me enviou.” (Mateus 10:40 RA).

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

COMO FICA O MUNDO ATÉ A VINDA DE JESUS?


“Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; duas trabalharão num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.” (Mateus 24:29-44 ARA).

Estamos em tempos onde cada dia os desafios para a proclamação do evangelho ficam mais difíceis. Dentro e fora da igreja de Jesus as coisas ficam também mais difíceis. O comportamento das pessoas, o pensamento, a vida, ficam mais complicados. A informação tornou-se algo banal. Enquanto a ciência se multiplica nos últimos 60 anos muito mais do que o resto da história da humanidade, o ser humano se torna cada dia mais imoral, cego e cético. Os que se aventuram para o mundo religioso escolhem na maioria a religião natural, aquela onde o mérito da redenção está no homem e não em Deus. Aqueles que poderiam se considerar como pertencentes a religião sobrenatural, em que o mérito da salvação está em Deus (Is.43.11), estão afogados no mar da iconodulia, da meritocracia, do semipelagianismo e da ausência de um discipulado verdadeiro. Enquanto isso: 23,2% do mundo é muçulmano, 16,3% é sem religião, 15% é hindu, 7,1% budista e 6,9% estão em várias outras religiosidades. Diante disso tudo, como fica o mundo até que Jesus venha?

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

PORQUE ELES PREGARAM JESUS O CRISTO?


Você já parou para pensar sobre isso? O que levou homens e mulheres judeus a afirmar que Jesus é o Messias? O Cristo? Porque eles pregaram ser Jesus o Cristo?

Aquele citado por Moisés: 

“O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás […] Suscitar-lhes-ei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. De todo aquele que não ouvir as minhas palavras, que ele falar em meu nome, disso lhe pedirei contas.” (Deuteronômio 18:15,18-19 ARA).

Aquele citado pelos profetas:

“Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo. Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR. Deleitar-se-á no temor do SENHOR; não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos; mas julgará com justiça os pobres e decidirá com equidade a favor dos mansos da terra; ferirá a terra com a vara de sua boca e com o sopro dos seus lábios matará o perverso.” (Isaías 11:1-4 ARA).

Muitos fatos na vida dos primeiros seguidores de Jesus nos mostram que eles tinham mais razões para não pregarem Jesus o Cristo. Analisemos:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O EVANGELHO



A palavra evangelho vem do grego “euanggelion” que quer dizer “boas novas, as boas novas do reino de Deus que acontecerão em breve, e, subsequentemente, também de Jesus, o Messias, o fundador deste reino. Depois da morte de Cristo, o termo inclui também a pregação de (sobre) Jesus que, tendo sofrido a morte de cruz para obter a salvação eterna para os homens no reino de Deus, mas que restaurado a vida e exaltado à direita de Deus no céu, dali voltará em majestade para consumar o reino de Deus. As boas novas da salvação através de Cristo. A proclamação da graça de Deus se manifesta e garantida em Cristo. Quando a posição messiânica de Jesus ficou demonstrada pelas suas palavras, obras, e morte, a narrativa da pregação, obras, e morte de Jesus Cristo passou a ser chamada e evangelho ou boas novas”.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A HISTÓRIA DO CENTURIÃO (OFICIAL DO EXÉRCITO ROMANO).



Mateus 8.5-13 / Lucas 7.1-10

“Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando: Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente. Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo. Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta. Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado.” (Mateus 8:5-13 ARA)

“Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo. Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. Então, Jesus foi com eles. E, já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa. Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo.” (Lucas 7:1-10 RA)

Começamos nossa mensagem com uma aparente contradição dos textos, enquanto que Mateus se foca na representatividade, isto é, em que o centurião (oficial do exército romano) se representava pelos anciãos (líderes que dirigiam as sinagogas) que foram ter com Jesus. Lucas dar o detalhe da representação.

Esta história é muito bonita, temos aqui uma pessoa realmente que não pensa só em si mesmo, nesta época os centuriões eram muito vistos no meio da palestina. Roma dominava toda a região, incluindo todas adjacências da palestina. Na verdade, a palestina era só um pequeno pedaço do domínio de Roma. O fato é que esse centurião em particular havia se voltado para o culto ao Deus de Israel, o Eterno. E também sabia sobre Jesus, e observava o bastante para ver nele um investimento de autoridade semelhante a dele. Só que a de Cristo era espiritual.

Essas passagens bíblicas nos trazem lições que eu não poderia deixar de compartilhar. Desejo muito que Deus fale com você através desta mensagem. Então vamos as lições:

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

COMO RECUPERAR A GLÓRIA PERDIDA?


“Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos. Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniquidade não há de ser descoberta, nem detestada. As palavras de sua boca são malícia e dolo; abjurou o discernimento e a prática do bem. No seu leito, maquina a perversidade, detém-se em caminho que não é bom, não se despega do mal”. Salmos 36.1-4 ARA

A glória de Deus tornou-se distante, afastou-se de nós por causa de nossos pecados. Deus chama de “ímpio” o sujeito desta passagem. A palavra hebraica designada é “rasha” (perverso, criminoso; perverso no sentido de hostil a Deus, no sentido de culpado de pecado) a grega é “asebes” (destituído de temor de Deus, que condena a Deus). Na nossa língua é aquele que não tem fé, descrente, ateu. A Bíblia nos diz: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. (Rm.3.23 ARC). Se queremos obter a glória de Deus, temos que reconhecer que esta glória foi perdida. Depois do afastamento da glória de Deus, ele, o criador de todas as coisas, não cessou por inteiro de revelá-la para nós. O profeta Isaías anunciou a sua manifestação novamente: “A glória do SENHOR se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do SENHOR o disse”. (Is.40.5 ARA). Onde Jesus Cristo tornou-se a condução dela para nossas vidas: “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade”. (Jo.1.14 NVI). Essa “glória” significa: honra, glorioso, abundância. É tradução da palavra hebraica “kabod” (do Antigo Testamento hebraico) e da palavra grega “doxa” (do Novo Testamento grego), que o significado mais próximo do contexto é “a mais gloriosa condição, estado de exaltação”. Na versão grega do Antigo Testamento usa essa palavra também (a LXX). Todavia, uma vez sabendo disso, como tenho esta glória de Deus em minha vida de volta?

O texto de Salmos que citamos no início é a dica de Deus para nossa pergunta. Vejamos:

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O VERDADEIRO CULTO PARA GLÓRIA DE DEUS


Leitura bíblica: João 4.23,24 e 15.8

“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade […] Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos”.

Antes de entrarmos na mensagem gostaria de dizer que não sou contra o cristão se congregar. A Bíblia é bem clara sobre isso em Hebreus 10.25. o termo grego presente na tradução “congregar” (1), é muito familiar ao usado para sinagogas judaicas (2). E nem sou contrário ao cristão separar momentos para oração e meditação na Palavra de Deus, etc., conforme manda a Bíblia (Js.1.8; Mt.6.6). Que você não me compreenda mal. Tudo bem? Então vamos lá:

O que entendemos sobre culto a Deus? Será que restringe apenas ao momento dos louvores e adoração numa igreja local? Como podemos saber se estamos prestando culto para glória de Deus? Nossas canções louvam a quem? A Deus ou ao homem? Quem é louvado nas letras de nossas canções? Elas glorificam, se dirigem a Deus?

Nossa vida tem que ser para glória de Deus. E para que isso ocorra, nossa compreensão de culto não pode ter limitações. Pois Deus é e estar acima de tudo que nos cerca. Transcende a todo o nosso contexto. A Bíblia nos diz “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn.1.1 ARA). Ele já existia quando tudo criou. O universo formado de tempo, espaço e matéria é obra de suas mãos: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos”. (Sl.19.1 ARA). Assim, o verdadeiro culto para glória de Deus podemos classificar em quatro pontos:

sexta-feira, 29 de julho de 2016

FATOS A CONSIDERAR SOBRE O QUE JESUS FEZ POR NÓS NA CRUZ


“Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16

Pouco se fala sobre a morte de Jesus nos púlpitos desses neo-evangélicos, de seu sacrifício na cruz. Pouco se diz sobre ele indo a cruz para morrer por nós, pouco ainda se explica sobre isso. Produziu-se uma geração de cristãos carnais, voltados apenas para os valores terrenos, triviais, materiais, ignorantes ao advento do Calvário. Nesta mensagem da Palavra de Deus venho mostrar alguns fatos a considerar sobre esse ato de Jesus.

No texto que lemos vemos o apóstolo João dizer que Deus “deu” (do grego: didome – dar, entregar, apresentar, doar, fornecer, conceder, permitir, comissionar) o seu filho para que nós não venhamos a “perecer” (do grego: apollume – destruir, metáfora de condenar ou entregar a miséria do inferno, perder, arruinado). Essa doação, permissão, entrega divina contém grandes significados. Vejamos:

terça-feira, 7 de junho de 2016

PARA SEMPRE JESUS


Texto em foco: Isaías 53.1-12

"Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca. Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos. Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si. Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu". (versão ARA).

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Verso 1: "Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR?

NÃO COMPREENDIDO PELOS SEUS.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

BUSCANDO SATISFAZER OS INTERESSES DE JESUS



Texto principal: “porque todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus”. Fp.2.21

O contexto deste versículo nos revela a preocupação de Paulo com a igreja em Filipos, demonstra o seu amor missionário pela obra de Deus. O grande cuidado que ele tinha como missionário e implantador de igrejas por vê-las bem e fortalecidas no Senhor Jesus.

Paulo se preocupa tanto por essa igreja que tem o cuidado de enviar alguém que tenha o mesmo sentimento que o dele pela igreja: Timóteo. Ele diz no verso 20: “Porque a ninguém tenho de igual sentimento, que sinceramente cuide do vosso estado”. Verdadeiramente esses homens de Deus estavam com o coração voltado para o reino de Deus e sua justiça.

O verso que lemos do texto principal me deixou intrigado. Percebi que mesmo na igreja primitiva, com toda a chama ardendo no peito, sinais, maravilhas, a ressurreição e ascensão de Cristo bem recente, mesmo assim, ainda havia pessoas preocupadas apenas com os seus próprios interesses. Será que Paulo exagerou? Ou será que Paulo estava se referindo no modo geral? Em que as pessoas mundanas e sem Deus procuram apenas o que é de seu interesse e não do interesse de Cristo?

Na Bíblia de estudo NVI comenta: “Nítido contraste entre Timóteo e os demais colegas de Paulo – elogio notável para uma pessoa tão jovem”. Pelo visto muitos irmãos estavam focados naquele momento em seus próprios interesses, enquanto que Timóteo era o único disponível.

Trazendo essa passagem bíblica para a nossa realidade hoje? Teremos quantos disponíveis? Será que teremos pelo menos um entre nós que esteja buscando os interesses de Jesus Cristo? Quais sãos os assuntos do interesse de Jesus? Como devemos lhe dar com o que é do nosso interesse com o que é de interesse de Cristo? Como equilibrar essas realidades sem que venhamos a negligenciar a nós mesmos ou a Cristo? São perguntas que merecem respostas. E é nessa direção que vamos seguir a mensagem. Vejamos:

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A INCAPACIDADE DA RELIGIOSIDADE HUMANA PARA A REDENÇÃO E COMUNHÃO COM DEUS


"Ora, os discípulos de João e os fariseus estavam jejuando. Vieram alguns e lhe perguntaram: Por que motivo jejuam os discípulos de João e os dos fariseus, mas os teus discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem, porventura, jejuar os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Durante o tempo em que estiver presente o noivo, não podem jejuar. Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; e, nesse tempo, jejuarão. Ninguém costura remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo novo tira parte da veste velha, e fica maior a rotura. Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos". Marcos 2.18-22 ARA

Em todo lugar; em toda cultura existe um senso religioso entre a humanidade que inspira a praticar certas condutas em busca de uma comunhão com o divino, com o espiritual. Há no fundo da alma humana um sentimento de redenção, de salvação. Nas civilizações mais antigas da história humana presenciamos esse sentimento. Cravado e guardado na consciência humana por toda a história, comprovando isso. A Bíblia diz: "Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se". (Rm.2.14,15 ARA)

Quem inventou a religião? Talvez você me diga que foi Deus ou os profetas ou gurus. Não foi. Quando Adão e Eva pecaram eles buscaram se cobrir com folhas de figueira e fizeram cintas para si (cf. Gn.3.7). Depois buscaram se esconder entre árvores do jardim do Éden (cf. Gn.3.8). Aqui nasce a religiosidade: uma busca de alternativas para remediar os pecados (erros) e o distanciamento de Deus. Porém, Deus não aceitou o método humano providenciado por Adão e Eva, o criador sacrificou um animal, e com a pele os cobriu (cf. Gn.3.21). A religiosidade é uma tentativa de reparar os pecados (erros) por métodos humanos. Enquanto que Deus já providenciou o seu filho Jesus Cristo que, por seu sangue, somos perdoados. Tipificado neste animal do Éden e em todos os animais que foram oferecidos como expiação pelo pecado do povo. Como diz a Palavra de Deus: "Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem remover pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus". (Hb.10.11,12 ARA). No capítulo anterior nos diz: "não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção". (idem 9.12 ARA). Veja ainda: Jo.1.29; Hb.9.26; Rm.5.9 e Ef.1.7.

No trecho bíblico inicial, temos uma repetição humana do Éden. Uma expressão de religiosidade, todavia, como sempre, incapaz de salvação, redenção, ou aproximação de Deus. Se não vejamos:

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O EVANGELHO EM QUATRO PONTOS















Texto Base: Efésios 2.1-10 Ler aqui

Esse trecho da carta de Paulo aos cristãos em Éfeso é uma das maiores exposições do evangelho de Jesus Cristo. A anunciação das boas novas de paz para todas as famílias da terra.

Nela consta o básico que todo ser humano, todo membro de uma família, precisa saber sobre o evangelho de Jesus.

Sua mensagem é direta, verdadeira, e não poupa a situação deplorável que se encontra a humanidade. Ele revela o poder da ressurreição de Jesus, a misericórdia divina para com a humanidade e seu amor pelo ser humano.

Você que faz parte de uma família saiba que Deus existe e que o mal existe. Mas, Deus providenciou um fim para o mal. E esse fim do mal é a salvação providenciada por Deus, por meio de Jesus Cristo seu filho.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O QUE A PALAVRA DE DEUS PODE FAZER NA VIDA DE UMA PESSOA














Texto base: 2Reis 22.1-11; 23.1-7,12-15, 21-25.

O rei Josias estava no décimo oitavo ano de seu reinado quando decidiu restaurar o templo de Yahveh. Seu coração era diferente de seu pai, um rei que não temia a Deus. Ele sofreu conspiração muito grande de pessoas contra seu pai, mas ele com oito anos de idade sobreviveu e foi constituído rei de Israel.

Os reis anteriores de Judá tinham se afastado muito de Deus. Seu avó, Manasés, fez coisas terríveis para um rei de Israel, que se dizia “ungido de Deus”. A Palavra de Deus nos diz que ele edificou altares na Casa do Senhor (no templo), fez o mesmo nos átrios do templo, e fez pior: queimou a seu filho como sacrifício, fazia adivinhações, consultava médiuns e feiticeiros, fez tudo o que era mau perante o Senhor (Cf. 2Rs.21.4-6).

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A VINDA DE CRISTO E A NECESSIDADE DE PRONTIDÃO


Texto para leitura: Lucas 12.35-40 ler aqui

Estamos vivendo uma época onde muitos estão dormindo. Parece que está tudo bem, quando na verdade não está. Porque pelos frutos se conhece a árvore.

Deus quer nos falar que o tempo de sua vinda se aproxima cada vez mais. É hora de abrirmos os ouvidos para ouvir o que Deus quer falar. Ele não tarda a vir, nosso entendimento de tempo é que está equivocado. O Salmo 90.4 diz: "Pois mil anos, aos teus olhos são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite".

A vigilância é a nossa única ferramenta nessa obra. Você pode ter tudo: uma boa igreja, bons sermões, bons amigos, boa família, bom salário, boa casa, belo carro, etc. Mas, se não estiver vigiando, de nada vai adiantar tudo isso.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

EM BUSCA DAS COISAS ESPIRITUAIS
















Texto: 2Reis 2.1-14

Vivemos numa época onde as pessoas andam por toda parte atrás de coisas materiais, bens materiais, conquistas matérias. E isso tem sido tão forte que até os pregadores mercenários tem deixado de lado a Palavra da verdade para trazer uma mensagem que satisfaça esses interesses. Todavia, na contramão, vem essa linda história de um discípulo de um profeta de Deus.

Se você está aqui e deseja buscar as coisas espirituais para sua vida: mais santidade, unção, comunhão com Deus, dons, etc. A história lida aqui pode te ajudar bastante. Pois, acontece dentro de um ambiente perfeitamente espiritual. De um lado o homem de Deus, o profeta Elias, aquele que Deus usou de forma poderosa que até Jesus fez citação dele. E de outro, Eliseu, outro homem de Deus, discípulo de Elias, profeta perseverante e relutante em busca de seu objetivo.

sábado, 3 de janeiro de 2015

VENCENDO A VERDADEIRA BARREIRA














Texto: Josué 6.1-27

Israel não estava apenas derrubando muros de pedra diante deles, mas uma barreira muito grande entre eles e Deus. Lembremos aqui que, quarenta anos antes desse evento, o povo havia duvidado de Deus. E por isso ficaram vagando pelo deserto até que aquela geração passasse. O povo de Israel estava diante de Jericó como estamos diante de nossos próprios erros e barreiras que colocamos diante de Deus.

Vejamos bem, toda aquela nova geração não havia se circuncidado ainda, só depois que atravessaram o rio Jordão foi que fizeram isso (cf. Js.5). Passaram pela mesma prova dos espias (cf. Js.2). Passaram pelas águas novamente atravessando o rio Jordão (cf. Js.3). E mais uma vez estavam ali diante do mesmo obstáculo: Jericó – Canaã.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

CONTATOS IMEDIATOS COM A CRUZ DE CRISTO



Texto: Mateus 27.15-36, 54; Lucas 23.39-43; Jo.19.38-42.

A cruz de Cristo é intrigante, gera amor ou ódio nos corações da humanidade. O fato é que a mensagem que ela passa não deixa de chamar atenção do mais desatento. Todos nós tivemos e temos o nosso momento com a cruz de Cristo. Que assim o diga o personagem da história de John Bunyan no livro O Peregrino. O contato com a cruz de Cristo é extraordinário, arrebatador e vivencial. Não é um assunto abstrato ou como um conto lendário. É um contato transformador, impactante, um contato que desvenda os olhos.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

SOLUS CHRISTUS (somente Cristo)


Em homenagem aos reformadores e ao dia da reforma, deixo-vos essa mensagem:

“Reafirmamos que a nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediadora do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação, por si só, são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai. Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e em sua obra não estiver sendo invocada”.

Os reformadores confrontaram os pensamentos errados de sua época com base na Bíblia Sagrada. E nela encontraram que:

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O QUE É O EVANGELHO?




HÁ UM POR QUE













Texto principal: 1Timóteo 3.16

"Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória"

Olhamos para a vida em nosso redor e não percebemos que há um porquê das coisas existirem. Será que tudo isso veio por acaso? Olhamos para o universo afora e constatamos a grandeza das coisas que existem. Dos milhões de galáxias e luzes que refletem e levam milhares de anos para o seu reflexo chegarem a nossa vista. O planeta Saturno com seus anéis que funcionam como um verdadeiro imã atraindo os grandes meteoros que vem em nossa direção. O sol com todo o seu esplendor que, se um pouco mais a frente de sua órbita morreríamos congelados ou um pouco mais atrás morreríamos de frio. O fato é que tudo está ao nosso redor muito bem arquitetado para que possamos ter vida na terra. O salmista bem escreveu no capítulo 19.1-6:

Reflexão:


terça-feira, 30 de setembro de 2014

A VISÃO DO CRISTO CELESTIAL

Texto: Apocalipse 1.9-20

Quando você pensa em Jesus, como o imagina? Os pintores do passado tentaram retratá-lo. Pois, não havia máquinas fotográficas, celulares modernos, filmadoras. Para que alguém tivesse uma imagem de si próprio teria que ficar muito tempo parado na mesma posição até que o artista pudesse esculpir sua fisionomia numa peça ou num pano.

Era algo também de privilégio de poucos, de ricos ou de pessoas de autoridade. O fato é que os discípulos não puderam gravar nada da fisionomia de Jesus. Sua vida, palavras e obras foram a maior imagem gravada em suas mentes e corações. Uma foto batida pelos olhos, pela grandeza dos fatos que ocorriam diante deles.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

SÓ PARA OS ÍNTIMOS


Texto: João 14.1-18
Sabe aquele momento em que você tem somente com aqueles que são os mais próximos de você? Era esse o momento em que Jesus passa com os discípulos aqui. Um momento particular. E geralmente quando temos momentos particulares com alguém ou com amigos ou familiares tratamos de assuntos de interesse particular do grupo ou da pessoa. Eles estavam ali reunidos para celebrar a páscoa juntos.
Na mesa dessa ceia da páscoa ele mostra como deveríamos tratar uns aos outros quando lava as os pés dos seus discípulos com uma bacia e uma toalha. Sim, ele mesmo, o Rabbi (mestre), lavando os seus pés. Na mesma mesa revela que um deles o trairia, revela que ele iria embora. Ele revelou simbolicamente no pão e no vinho da páscoa o que seu corpo e sangue seria ofertado para estabelecer a nossa redenção e pediu-os para fazer memória dele.
Pedro e os demais ficaram atônitos e perturbados com tantas revelações em uma reunião que era para ser uma noite de paz e de alimentação tranquila, porém, torno-se um jantar de muitas surpresas, de muitas inquietações e desconfiança uns dos outros. Afinal, ele disse abertamente: “Em verdade, em verdade vos digo que um dentre vós me trairá”. (Jo.13.21). E ainda ao Pedro que dizia querer ir com ele e que daria a sua vida por ele revela que o negaria três vezes.
Imaginemos todos, alguém que amamos e seguimos há uns três anos. Passamos toda parte do tempo com ele. De repente em um jantar nos diz que um de nós o trairá que ele vai embora, que seu corpo e sangue seriam derramados. Que até um dos primeiros a ser chamado a acompanhá-lo o negaria?
Diante desse momento de revelações inquietantes, perturbadoras e sem sentido naquele momento. Jesus olha para o semblante de seus rostos e os conforta. É nesse momento que começa o capítulo 14 de João. Um capítulo que trás bálsamo para alma deles e por tabela trás para a nossa também. E é por aqui que Deus vai nos falar.

domingo, 3 de agosto de 2014

A VISÃO DO TRONO DE DEUS




















Texto central: Apocalipse 4.1-11

Precisamos mais do que nunca dessa visão em nossas vidas. Atualmente, com toda a sedução de secularismo (proposta de vida mundana sem que necessite de Deus). Tá com problema emocional? Te oferecem a psicologia; tá desmotivado ou com dificuldades no viver? Te oferecem auto-ajuda; tá com necessidade espiritual? Te oferecem o ocultismo; tem dúvidas sobre a tua existência? A ciência e razão dão as explicações; quer saber mais sobre a vida? Te oferecem a filosofia; tá precisando de dinheiro? Te oferecem um empréstimo; tá sentido um vazio na alma? Te oferecem o consumo e o entretenimento. Tá doente? Te oferecem um médico. O secularismo te propõe suprir todas as necessidades humanas sem que se precise de Deus.

Também com toda a sedução do pós-modernismo, pensamento da sociedade pautado no humanismo (o homem é o centro de tudo), pluralismo (todas as crenças são aceitas e se entrelaçam), relativismo (não há uma única verdade, mas várias verdades. Não existem absolutos. Tudo é relativo). 

Isso tudo tem levado a humanidade a perca do foco em Deus, da verdade de Deus (que é Jesus), trazendo o homem para o centro, para o trono. E como a igreja se encontra inserida nessa sociedade, o assédio é muito grande. Portanto, a maior necessidade da igreja hoje é ter uma visão do trono de Deus. 

O apóstolo João nos trás lições preciosas para que tenhamos uma visão do trono de Deus. Para que venhamos a resgatar o foco em Deus, em Jesus. Desejo ser bem direto nessa mensagem, para que você entenda e não fiquemos andando em círculos aqui. Então, vejamos:

sexta-feira, 11 de julho de 2014

DISCIPULADO CRISTÃO. A NEGLIGÊNCIA DA IGREJA.


Morte do eu e reprodução. As duas bases do discipulado cristão. O grande problema da igreja evangélica hoje é que não se faz mais discipulado. Resultado: cristão cheios de vontade, senhores de si, senhores de "direitos" e das promessas divinas. Vida dúbia entre o mundo e a igreja. Secularização da vida e abandono dos valores morais e espirituais da fé.

A mensagem do discipulado cristão é um desafio a proposta mundana das altas doses de auto-estima e cobiças humanas do consumismo e imediatismo da pós-modernidade. Fazer morrer o nosso "eu" é extremamente fundamental para que se possa reproduzir um outro cristão de verdade. Hoje, porém, o crescimento e expansão (reprodução) das igrejas locais se dão por outras propostas, do tipo "plano de adesão" utilizado pelas empresas de telecomunicação. Onde o "cliente" é movido pelos "benefícios" e "bônus" que vai ganhar daquela operadora. Daí, o foco do "compromisso" sempre será pautado na oferta e não nos valores do discipulado cristão, nas verdades vivas do santo evangelho de Cristo.

Por isso que o discipulado é tão negligenciado em nossos dias. Não é nada popular hoje falar de morte, renúncia, governo de Deus sobre nossas vidas, serviço cristão, manuseio responsável daquilo que nos foi confiado por Deus.

Esse trabalho de reprodução de um novo cristão leva tempo e morte do próprio discipulador. Pois para que outro discípulo tenha que nascer o discipulador tem que se doar e experimentar essa verdade em sua própria vida primeiro.

Enfim, todos ficam naquele "jogo de empurra" transferindo essa missão universal para terceiros. Como se o discipulado fosse departamento de alguns. Afinal, o que se almeja é permanecer vivo e curtir o que a vida tem para oferecer de melhor.

"Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto". João 12.24

Deus salve a sua igreja