segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O que é o evangelho?




Há um Por que













Texto principal: 1Timóteo 3.16

"Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória"

Olhamos para a vida em nosso redor e não percebemos que há um porquê das coisas existirem. Será que tudo isso veio por acaso? Olhamos para o universo afora e constatamos a grandeza das coisas que existem. Dos milhões de galáxias e luzes que refletem e levam milhares de anos para o seu reflexo chegarem a nossa vista. O planeta Saturno com seus anéis que funcionam como um verdadeiro imã atraindo os grandes meteoros que vem em nossa direção. O sol com todo o seu esplendor que, se um pouco mais a frente de sua órbita morreríamos congelados ou um pouco mais atrás morreríamos de frio. O fato é que tudo está ao nosso redor muito bem arquitetado para que possamos ter vida na terra. O salmista bem escreveu no capítulo 19.1-6:

Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol, o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho. Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor.

Olhamos para as Escrituras, percebemos alguém chamado Jesus, que pelo relato dos seus amigos mais próximos e dos profetas que previram sua chegada aqui na terra, era muito mais do que um mero homem.

O apóstolo João nos diz que ele estava no princípio de tudo que veio a existir e sem ele nada do que foi criado veio a existir (Cf. Jo.1.1-3). Ele mesmo relata que esse ser divino se faz carne e habita entre nós (Cf. v.14). E que ninguém jamais viu a Deus, mas o seu único filho fez-nos conhecer (Cf. v.18). O apóstolo Paulo relata que ele foi o autor de todas as coisas que foram criadas, as visíveis e as invisíveis e que tudo foi feito por ele e para ele (Cf. Cl.1.16). Também o apóstolo Tomé ao vê-lo pela primeira vez depois de ressurreto disse: “Senhor meu e Deus meu”. (Cf. Jo.20.28).

Todos os seus amigos viram a glória e a graça divina nele manifestada. E não puderam se calar diante desse fato e foram testemunhas de sua manifestação. Colocaram em risco suas próprias vidas, como assim aconteceu com todos exceto João, que foi exilado em Patmos. Todos os demais apóstolos morreram por dizer que Jesus era Deus e ele ressuscitou. Que morreu pelos nossos pecados para nos dar o perdão divino. Muitos cristãos foram mortos por essa causa.

O testemunho dos profetas quando dele falara escreveram: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is.9.6). Mais adiante disse: “... eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (Is.7.14). Seu nascimento em Belém: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. (Mq.5.2). Sua ida para Galiléia e empenho de grande parte do seu ministério:

Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios. O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz (Is.9.1,2).

Sua obra de salvação manifesta nos enfermos e endemoninhados: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si...”. (Is.53.4).

O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória. (Is.61.1-3).

Sua obra de salvação realizada na crucificação como oferta pelo pecado:

Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados... Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos. (Is.53.5,10).

Em fim, há um porquê de tudo ter acontecido: a criação de tudo o que existe tem um propósito de nos revelar Deus. Até mesmo os nossos pecados vieram a surgir para que Deus mostrasse o seu amor revelado em Jesus Cristo. Por isso as Escrituras nos dizem:

Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós. (1Pe.1.18-20. O grifo é meu).

Quando o apóstolo Paulo fala de Jesus no texto principal, ele faz um resumo de tudo o que falamos até aqui:

1)  “Evidentemente, grande é o mistério da piedade”. Tudo isso que sabemos hoje estava oculto. Todavia, quando ele veio isso nos foi revelado. Esse é o mistério da “piedade”. Quer dizer “da fidelidade de Deus”. (do grego “eusebeia”). Ele revela o cuidado de Deus com as nossas vidas em ter Cristo sido dado em nosso lugar. Mesmo antes de pecarmos tudo foi providenciado.

2)   “Aquele que foi manifestado na carne”. Manifestou-se em carne porque Jesus pré-existe antes de tudo como Deus. O criador. A segunda pessoa de Deus. Mas, que tomou forma humana para que o plano da salvação fosse consumado.

3)      “foi justificado em espírito”. A morte não pode contê-lo. Ora, sendo em forma humana, após sua morte por nossos pecados ele em seu espírito humano não pôde ser condenado ao inferno. Por ser santo e irrepreensível. E por isso foi declarado “justo”. Assim, ele ressurgiu dentre os mortos.

4)   “contemplado por anjos”. Os anjos viram-no ressurgir. E estes deram testemunho aos que primeiro vieram ao seu túmulo. E eles disseram: “Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito”. (Mt.28.6).

5)  “pregado entre os gentios”. Paulo o viu ressuscitado no caminho de Damasco. E este o comissionou para ser sua testemunha entre os gentios dizendo-lhe:

Mas levanta-te e firma-te sobre teus pés, porque por isto te apareci, para te constituir ministro e testemunha, tanto das coisas em que me viste como daquelas pelas quais te aparecerei ainda, livrando-te do povo e dos gentios, para os quais eu te envio, para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim (At.26.16-18).

6)  “crido no mundo”. Muitos gentios de todos os povos e línguas creram na mensagem das boas novas. O evangelho foi pregado em vários lugares desde o dia da ressurreição de Jesus. De imediato as suas aparições aos discípulos e logo depois da descida do Espírito Santo sobre eles. O evangelho foi pregado em vários povos e línguas.


7)  “recebido na glória”. Após confirmar sua ressurreição e dar várias instruções aos seus discípulos foi assenso aos céus e recebido na glória. O céu é o seu lugar de origem. Ele veio e esteve entre nós por um objetivo: redimir-nos e se revelar plenamente a nós.

Reflexão:


terça-feira, 30 de setembro de 2014

A visão do Cristo celestial

Texto: Apocalipse 1.9-20

Quando você pensa em Jesus, como o imagina? Os pintores do passado tentaram retratá-lo. Pois, não havia máquinas fotográficas, celulares modernos, filmadoras. Para que alguém tivesse uma imagem de si próprio teria que ficar muito tempo parado na mesma posição até que o artista pudesse esculpir sua fisionomia numa peça ou num pano.

Era algo também de privilégio de poucos, de ricos ou de pessoas de autoridade. O fato é que os discípulos não puderam gravar nada da fisionomia de Jesus. Sua vida, palavras e obras foram a maior imagem gravada em suas mentes e corações. Uma foto batida pelos olhos, pela grandeza dos fatos que ocorriam diante deles.

A última imagem que os discípulos tiveram de Jesus foi dele ressuscitado e se despedindo deles indo para o céu. Porém, o apóstolo João aqui no livro de Apocalipse é semelhante a visão de Paulo no caminho de Damasco (Cf. At.26.13-15), ele aparece em forma celestial cheio de glória e poder. Essa visão extraordinária de João nos ensina muitas coisas, dentre elas aprendemos:

1) Em meio a tanta glória e poder ele não muda e continua no meio da igreja e intercede por ela: 

“e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares” (V.12).

Observe que mesmo com toda glória, João ver alguém semelhante a filho da humanidade. Jesus nunca vai deixar de nos representar perante Deus e a natureza humana que ele tomou jamais deixará. E que os “candeeiros” que somos nós, sua igreja, ele está no meio e jamais ausente. As vestes “talares” na versão LXX, o AT no grego, refere-se a vestes sacerdotais. Isto é, Jesus continua e rogar e ser o sacerdote de sua igreja. Observe que este é o último e mais recente livro de todos os outros da Bíblia, escrito aproximadamente no ano 96 d.C.

2) Ele está cheio de santidade, do Shekinah e contempla as profundezas da igreja:
“A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo”. (v.14).

João não viu um Cristo de cabelos brancos, a palavra que está no manuscrito grego é “leukos”, quer dizer: “claro, brilhante, luminoso”. Uma visão clara da santidade de Deus, da gloriosa presença de Deus. Como Paulo descreveu: “porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade”. (Cl.2.9). Esse brilho era o mesmo que ocorria no tabernáculo de Moisés quando a glória de Yahveh se fazia manifesta no santo dos santos. A Bíblia diz: “Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do SENHOR enchia o tabernáculo”. (Êx.40.35). A palavra hebraica “shekinah” vem dessa descrição bíblica, uma junção das palavras hebraicas “shakan” (permanecia) com “anan” (nuvem). Isto é, a glória de Deus não saía daquele lugar. Em Cristo, a plenitude da divindade reside para sempre. Por isso que foi profetizado que ele seria “Emanuel”. (Is.7.14). Quer dizer: Emanu (presente) El (Deus).

Por ser Cristo Deus e humano, ele contemplando a igreja, conhece todas as suas profundezas não apenas no saber, na onisciência, mas na “experiência”. Por ser humano também. Conhece nossas dificuldades e dores. E como Deus, conhece nossos erros e pecados.

3) Ele anda pela igreja trazendo juízo sobre seus erros, governando sobre ela soberanamente, tem os pastores em suas mãos e trás julgamento sobre a igreja. E com os seus líderes em suas mãos sua Palavra é proclamada ao mundo: 
“os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força”. (v.15,16).

Os pés como refinado numa fornalha é uma clara comparação de juízo divino e detalhe: João o viu caminhando entre os candeeiros (as igrejas). O bronze polido era o material utilizado no altar do holocausto. Onde a ira de Deus era manifestada sobre os sacrifícios do Antigo Testamento. A voz de muitas águas ocorre quando fortes ondas batem nas encostas das rochas. Causando um som tremendo. Cristo julga os maus exemplos e erros das igrejas. Ele não está conivente com pecados e heresias das igrejas de forma alguma! As “estrelas”, que são os “anjos” (cf. v.20) das igrejas, provavelmente, ao contexto dos capítulos 2 e 3, são os pastores. De onde a sai da boca de Cristo “uma afiada espada de dois gumes”, isto é, a Palavra de Deus, conforme cita em Hebreus (4.12).

4) Ele morreu pelos nossos pecados e tem o poder sobre a morte e sobre o inferno. Quem se entregou para ele não precisa temer:
“Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno”. (v.17,18).

Era muito comum na manifestação da glória de Deus as pessoas serem fulminadas, consumidas ou morrerem. Temos muitos exemplos bíblicos sobre isso. Mas, com o advento da cruz de Cristo, toda a condenação foi removida sobre aquele que crê; se arrepende dos pecados e se rende a Deus. Está escrito: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. (Rm.8.1). Também: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar” (Gl.3.13a). Por isso, Cristo usa a expressão “Não temas” e “estive morto, mas eis que estou vivo” fazendo uma clara alusão ao que foi escrito por Paulo: “o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação”. (Rm.4.25). Na expressão “tenho as chaves da morte e do inferno (hades)” revela o controle total de Cristo sobre o juízo eterno das pessoas. Por isso ele disse: “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt.16.18b). Daí a grande importância de ser da igreja. Pertencer a igreja de Cristo. Pois quem estiver foram dela não há escapatória. Sobre isso João escreveu: “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas. Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira”. (Ap.22.14,15). João fala no contexto da Jerusalém celestial. Que a morada final da igreja de Cristo e figura de noiva de Cristo. Sua igreja.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Só para os íntimos


Texto: João 14.1-18
Sabe aquele momento em que você tem somente com aqueles que são os mais próximos de você? Era esse o momento em que Jesus passa com os discípulos aqui. Um momento particular. E geralmente quando temos momentos particulares com alguém ou com amigos ou familiares tratamos de assuntos de interesse particular do grupo ou da pessoa. Eles estavam ali reunidos para celebrar a páscoa juntos.
Na mesa dessa ceia da páscoa ele mostra como deveríamos tratar uns aos outros quando lava as os pés dos seus discípulos com uma bacia e uma toalha. Sim, ele mesmo, o Rabbi (mestre), lavando os seus pés. Na mesma mesa revela que um deles o trairia, revela que ele iria embora. Ele revelou simbolicamente no pão e no vinho da páscoa o que seu corpo e sangue seria ofertado para estabelecer a nossa redenção e pediu-os para fazer memória dele.
Pedro e os demais ficaram atônitos e perturbados com tantas revelações em uma reunião que era para ser uma noite de paz e de alimentação tranquila, porém, torno-se um jantar de muitas surpresas, de muitas inquietações e desconfiança uns dos outros. Afinal, ele disse abertamente: “Em verdade, em verdade vos digo que um dentre vós me trairá”. (Jo.13.21). E ainda ao Pedro que dizia querer ir com ele e que daria a sua vida por ele revela que o negaria três vezes.
Imaginemos todos, alguém que amamos e seguimos há uns três anos. Passamos toda parte do tempo com ele. De repente em um jantar nos diz que um de nós o trairá que ele vai embora, que seu corpo e sangue seriam derramados. Que até um dos primeiros a ser chamado a acompanhá-lo o negaria?
Diante desse momento de revelações inquietantes, perturbadoras e sem sentido naquele momento. Jesus olha para o semblante de seus rostos e os conforta. É nesse momento que começa o capítulo 14 de João. Um capítulo que trás bálsamo para alma deles e por tabela trás para a nossa também. E é por aqui que Deus vai nos falar.

Lição 1: A fé em Deus e em Jesus é uma poderosa âncora que sustenta o barco da nossa vida. Ele disse: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim”. Onde a palavra “turbe” vem do texto grego que quer dizer também: “agitar, sacudir, inquietar, preocupar, tirar sua paz de mente, causar uma comoção interna”. Jesus percebeu que tudo o que foi revelado momentos antes deixou todos abalados. Todavia, exorta-os a crer (confiar) em Deus e nele. Acima de qualquer circunstância que possa vir.
Nossas vidas se deparam todo momento com situações parecidas a essas em que os discípulos passaram: decepções, traições, abandonos de pessoas, frustrações consigo mesmo, morte de alguém que amamos; notícias ruins, medo, espanto, perigo. Todavia, as palavras de Cristo aqui permanecem pra sempre saltando do texto para nossos corações exortando-nos a confiar em Deus e confiar nele.
Lição 2: Cristo não foi embora simplesmente. Ele deixou claro o motivo de sua partida: “vou preparar-vos lugar”. Ele revela aos discípulos coisas ainda maiores aqui. Revela que: “Na casa de meu Pai há muitas moradas”. Revela que: “voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também”. Revela que o caminho das moradas do Pai é ele. E diz algo mais profundo ainda: “Quem me vê a mim vê o Pai”.
Se você pensa que Jesus esteja ausente de sua vida por algum tempo. Saiba que ele está trabalhando. E creia que não há nada que venhamos a passar que seja superior ao que ele tem a nos entregar. A esperança da vinda de Cristo foi, é e sempre será o combustível da igreja durante todas as suas provas, tribulações e aflições que passa, passará ou que já passou. Ele não foi embora simplesmente. Ele foi preparar-nos um lugar. Não temas, o silêncio de Deus em tua vida não quer dizer que ele esteja parado.
Lição 3: O cristão não está sozinho. Ele disse: “Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis porque ele habita e estará em vós”. Jesus garante aos discípulos que o Espírito Santo que estava presente deles desde o início do seu ministério não o acompanharia nessa partida, mas que ele estaria dentro de seus corações.
Você e nem eu estamos sozinhos, como o apóstolos Paulo escreveu por três vezes, somos agora santuário de Deus. Através do Espírito Santo, Deus e Cristo habitam em nós. E muitas das vezes, como o mesmo Paulo escreveu: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. (Rm.8.26). No texto grego, a palavra “gemidos” quer dizer literalmente “suspiro”.
Saiba caro irmão, não estamos sozinhos, ele nos assiste. E em meios aos suspiros de nossa alma ele transforma em palavras que chegam junto ao trono do Pai celestial. O Espírito Santo na vida do cristão é o “penhor” da volta de Cristo. Ele voltará para nos buscar. A Bíblia nos diz:
“que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração” (2Co.1.22).
“Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, outorgando-nos o penhor do Espírito”. (2Co.5.5).
“o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória”. (Ef.1.14).

Lição 4: Jesus não abandonou a sua igreja. Ele disse claramente: “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros”. A Bíblia quando trás instruções aos casados, ela nos diz: “Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo salvador do corpo [...] Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito [...] Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja [...] Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja”. (Ef.5.23b,25b,29,32). Mais adiante a Bíblia nos diz:
“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo”. (Ap.21.2). Essa cidade é correlata ao lugar que Jesus afirmara que iria preparar.
É inevitável a interpretação bíblica que Cristo é o noivo que vem buscar a sua noiva (a igreja). Ele não falhará em sua promessa. Maranata.

domingo, 3 de agosto de 2014

A VISÃO DO TRONO DE DEUS




















Texto central: Apocalipse 4.1-11

Precisamos mais do que nunca dessa visão em nossas vidas. Atualmente, com toda a sedução de secularismo (proposta de vida mundana sem que necessite de Deus). Tá com problema emocional? Te oferecem a psicologia; tá desmotivado ou com dificuldades no viver? Te oferecem auto-ajuda; tá com necessidade espiritual? Te oferecem o ocultismo; tem dúvidas sobre a tua existência? A ciência e razão dão as explicações; quer saber mais sobre a vida? Te oferecem a filosofia; tá precisando de dinheiro? Te oferecem um empréstimo; tá sentido um vazio na alma? Te oferecem o consumo e o entretenimento. Tá doente? Te oferecem um médico. O secularismo te propõe suprir todas as necessidades humanas sem que se precise de Deus.

Também com toda a sedução do pós-modernismo, pensamento da sociedade pautado no humanismo (o homem é o centro de tudo), pluralismo (todas as crenças são aceitas e se entrelaçam), relativismo (não há uma única verdade, mas várias verdades. Não existem absolutos. Tudo é relativo). 

Isso tudo tem levado a humanidade a perca do foco em Deus, da verdade de Deus (que é Jesus), trazendo o homem para o centro, para o trono. E como a igreja se encontra inserida nessa sociedade, o assédio é muito grande. Portanto, a maior necessidade da igreja hoje é ter uma visão do trono de Deus. 

O apóstolo João nos trás lições preciosas para que tenhamos uma visão do trono de Deus. Para que venhamos a resgatar o foco em Deus, em Jesus. Desejo ser bem direto nessa mensagem, para que você entenda e não fiquemos andando em círculos aqui. Então, vejamos: 

1) Temos que sair do natural para o espiritual 

No texto central encontramos: “olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui” (v.1b). Observe que João viu uma porta aberta no céu. Temos livre acesso a partir da cruz a estarmos na presença de Deus. O véu do templo foi rasgado. O caminho para uma vida espiritual foi aberto por Jesus. E sempre a voz celestial estará ecoando em nossos corações convidando-nos a sair do terreno, do natural para nos encontrarmos com Deus. A voz celestial diz: “Sobe para aqui”. 

O apóstolo Paulo disse: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. (Cl.3.2). E também disse: “e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus”. (Ef.2.5-7). 

Para que tenhamos uma visão do trono de Deus é necessário frearmos o estilo de vida que a sociedade pós-moderna nos impõe. Tem que haver um momento onde não haja entretenimentos (internet, TV, passeios, lazer), trabalho, contas a pagar, estudos da faculdade ou escola, afazeres domésticos e só haja uma coisa: contemplar, meditar em Deus, estar com Deus, com a sua Palavra. 

2) Temos que centralizar nossa vida em Deus como rei e soberano do universo 

No texto central vemos: “Imediatamente, eu me achei em espírito, e eis armado no céu um trono, e, no trono, alguém sentado; e esse que se acha assentado é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe e de sardônio, e, ao redor do trono, há um arco-íris semelhante, no aspecto, a esmeralda. Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro.”. (v.2-4). Deus é a maior preciosidade de nossas vidas. João compara o brilho da glória de Deus e sua presença a pedras preciosas como jaspe, sardônio e esmeralda. Essas jóias são expressões de riqueza, poder, glória, grandeza, fortuna. Tudo o que temos de precioso nessa vida tem que ser menor do que Deus. Toda glória, riqueza e poder deve estar em Deus e jamais focada em nós. É ele que tem de estar assentado no trono central da vida do povo de Deus. Note que os vinte e quatro anciãos (que representam os fiéis do AT e NT) estão assentados a redor do trono de Deus. 

Os cristãos dos três primeiros séculos depois de Cristo foram mortos e se tornaram o grande exemplo de fé e heroísmo do cristianismo por que colocaram Deus no centro de suas vidas. 

Para que o trono de Deus seja contemplado ele tem tomar o primeiro lugar em nossas vidas. Ele tem que ser o Senhor de nossas vidas. Tem que ter a primazia. As demais coisas de nossas vidas têm vir depois de Deus: família, trabalho, bens materiais, entretenimento, etc. 

3) Temos que nos esvaziar de toda a nossa prepotência, arrogância, soberba e orgulho humano. 

No texto central registra anjos poderosíssimos: “e também, no meio do trono e à volta do trono, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás. O primeiro ser vivente é semelhante ao leão, o segundo, semelhante a novilho, o terceiro tem o rosto como de homem, e o quarto ser vivente é semelhante à águia quando está voando. E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir”. (v.6b-8). 

Observemos as descrições desses seres: Leão – rei dos animais. O bicho mais poderoso da selva. Não existe animal mais forte do que o leão. Esse anjo trás a onipotência divina. Não que ele seja onipotente, mas Deus delega a ele sua onipotência. Novilho – um animal frágil, humilde. Esse anjo trás a expressão máxima do quebrantamento e da humilhação. Homem – a maior expressão da criação divina. O único ser que foi feito a imagem e semelhança de Deus. Esse anjo trás figura humana, responsável pelas teofanias (manifestações divinas em forma humana). Águia, ave veloz e de grande visão da terra e dos que se move sobre a terra. Esse anjo reúne toda a visão das coisas, da vida, de tudo. E mais, esses quatro seres angelicais e celestiais estão cheios de olhos, ao redor e por dentro. Uma clara expressão da onisciência divina. Não que eles sejam oniscientes, mas Deus concede a eles o saber de tudo que se passa e acontece no universo. Nada foge a percepção desses seres. Eles foram vistos também pelos profetas: Isaías (6.1-8) e Ezequiel (1.4-14).

Agora vem a grande lição para nós meros mortais que achamos que somos alguma coisa na criação de Deus. Eles contemplam aquele que está assentado no trono, concluem e dizem: “Santo, santo, santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir”. E não tem descanso, fazem isso de dia e de noite. E ainda, no verso 9,10 relata que quando esses seres fazem isso os vinte e quatro anciãos que possuem “coroas de ouro” em suas cabeças saem do trono, se ajoelham diante daquele que está assentado no trono, jogam suas coroas diante do trono e dizem: 

“Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas”. (v.11). 

Uma visão do trono de Deus só é possível quando isso acontece. O trono de Deus é muito mais do que um objeto celestial, mas um entendimento, um estilo de vida, uma decisão de se viver a vida em que Deus seja Soberano e Senhor de tudo e que nada e nem ninguém vai alterar o seu domínio. Depois que Jó teve esse entendimento disse: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado”. (Jó 42.2). E reconhece em seguida que sua compreensão sobre Deus era pequenas, mas depois que contemplou o trono de Deus, disse: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem”. 

Que Deus te ajude a sair dessa prisão mundana de uma sociedade rebelde ao seu próprio criador. E que você, caro cristão, se refugie diante do trono de Deus.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

DISCIPULADO CRISTÃO. A NEGLIGÊNCIA DA IGREJA.


Morte do eu e reprodução. As duas bases do discipulado cristão. O grande problema da igreja evangélica hoje é que não se faz mais discipulado. Resultado: cristão cheios de vontade, senhores de si, senhores de "direitos" e das promessas divinas. Vida dúbia entre o mundo e a igreja. Secularização da vida e abandono dos valores morais e espirituais da fé.

A mensagem do discipulado cristão é um desafio a proposta mundana das altas doses de auto-estima e cobiças humanas do consumismo e imediatismo da pós-modernidade. Fazer morrer o nosso "eu" é extremamente fundamental para que se possa reproduzir um outro cristão de verdade. Hoje, porém, o crescimento e expansão (reprodução) das igrejas locais se dão por outras propostas, do tipo "plano de adesão" utilizado pelas empresas de telecomunicação. Onde o "cliente" é movido pelos "benefícios" e "bônus" que vai ganhar daquela operadora. Daí, o foco do "compromisso" sempre será pautado na oferta e não nos valores do discipulado cristão, nas verdades vivas do santo evangelho de Cristo.

Por isso que o discipulado é tão negligenciado em nossos dias. Não é nada popular hoje falar de morte, renúncia, governo de Deus sobre nossas vidas, serviço cristão, manuseio responsável daquilo que nos foi confiado por Deus.

Esse trabalho de reprodução de um novo cristão leva tempo e morte do próprio discipulador. Pois para que outro discípulo tenha que nascer o discipulador tem que se doar e experimentar essa verdade em sua própria vida primeiro.

Enfim, todos ficam naquele "jogo de empurra" transferindo essa missão universal para terceiros. Como se o discipulado fosse departamento de alguns. Afinal, o que se almeja é permanecer vivo e curtir o que a vida tem para oferecer de melhor.

"Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto". João 12.24

Deus salve a sua igreja

terça-feira, 8 de julho de 2014

Porque se consagrar?



Texto inicial: Josué 7:1-13

Há tantas coisas pra falar ao cristão, à igreja de Jesus, porque temos que refletir sobre isso? Talvez você diga: “A igreja tem tanta gente doente espiritualmente e de alma, tanta gente carente, pra quê falar sobre consagração? Pessoas precisando de uma palavra de conforto, de ânimo, isso é mesmo necessário ser falado?”

Entretanto, as pessoas não sabem que a consagração de suas vidas para Deus é a real solução para os dilemas e sofrimentos emocionais, materiais e espirituais da igreja de Cristo na terra. Tratar consequências do pecado é como dar remédio para dor, não resolve. O que tem de ser tratado é o pecado (cf. Sl.32:5).

Estão enganados todos os que confundem pecado com doença. Todas as enfermidades do corpo e da alma vêm por causa do pecado. Seja do pecado original ou do pecado pessoal de cada um (cf. Lm.3:39; Sl.38:3; 1Co.11:30; Mc.2:5). Todas as dores do mundo, todas as desgraças resultam do pecado da humanidade. Se há pessoas “mazeladas” na igreja não é tratando seus abalos emocionais ou suas dores de alma que as mazelas irão sucumbir, mas com um verdadeiro arrependimento e perdão que se estanca suas consequências (cf. Hb:12.14-17). E o maior pecado da igreja é este: “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tg.4:17b). Por isso que muitos estão doentes. Que maior bem podemos fazer do que evangelizar alguém ou discipular quem se decidiu recentemente por Cristo?

A consagração visa justamente nos afastarmos do pecado e nos aproximarmos de Deus, visa nos levar a momentos com Deus, visa trazer uma quebra da rotina e da correria da vida para ficarmos com Deus, visa nos trazer saúde espiritual, que reflete na alma e consequentemente o corpo padecerá menos (cf. Jo.10:10).

A consagração é uma atitude responsável do cristão de diligentemente cooperar com a sua santificação pessoal. Falando sobre santificação, Berkhof (2011. P.531) escreveu:

É UMA OBRA DE DEUS NA QUAL OS CRENTES COOPERAM. Quando se diz que o homem participa na obra de santificação, não significa que o homem é um agente independente de ação, como se fizesse em parte a obra de Deus e em parte a obra do homem; mas apenas que Deus efetua essa obra em parte pela instrumentalidade do homem como ser racional, requerendo dele devota e inteligente cooperação com o Espírito. Que o homem precisa cooperar com o Espírito de Deus se deduz: (a) das repetidas advertências contra males e tentações, que claramente implicam que o homem deve agir dinamicamente no empenho para evitar as armadilhas da vida, Rm 12.9, 16, 17; 1 Co 6.9, 10; Gl 5.16-23; e (b) das constantes exortações a um viver santo. Estes fatos implicam que o crente deve ser inteligente no emprego dos meios a seu dispor, para o aperfeiçoamento moral e espiritual da sua vida, Mq 6.8; Jo 15.2, 8, 16; Rm 8.12, 13; 12.1, 2, 17; Gl 6.7, 8, 15.

Levando em conta o que já comecei respondendo aqui, poderemos concluir como resolvido todos os questionamentos feitos nos focando na passagem lida inicialmente. Vejamos:

1) Porque o pecado trás enfraquecimento ao cristão.
Israel tinha um inimigo em menor número, mas por causa de seus pecados, perderam a luta. No texto diz: “Não suba todo o povo; subam uns dois ou três mil homens, a ferir Ai; não fatigueis ali todo o povo, porque são poucos os inimigos”. (Js.7:3).

2) Porque o pecado de um trás consequências sobre todos.
Deus não diz que Acã pecou, mas que os filhos de Israel prevaricaram. No texto diz: “Prevaricaram os filhos de Israel nas coisas condenadas; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zera, da tribo de Judá, tomou das coisas condenadas. A ira do SENHOR se acendeu contra os filhos de Israel”. (Js.7:1).

3) Porque o pecado trás abatimento emocional e de alma.
Josué demonstrou um claro desequilíbrio emocional. Sua alma se encontrava prostrada, expressando no corpo. Tudo isso por consequência do pecado alheio. E Josué, sem saber de nada, estava abatido por perder uma guerra para um exército bem menor do que o seu (cf. v.6-9).

4) Porque para o pecado só existe uma estrada a ser trilhada: arrependimento, perdão e santificação.
Deus manda Josué se levantar e perceber que houve pecado entre o povo e que ele deveria conduzir o povo a santificação, a consagração. No texto diz: “Então, disse o SENHOR a Josué: Levanta-te! Por que estás prostrado assim sobre o rosto? Israel pecou, e violaram a minha aliança [...] Dispõe-te, santifica o povo e dize: Santificai-vos para amanhã, porque assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Há coisas condenadas no vosso meio, ó Israel; aos vossos inimigos não podereis resistir, enquanto não eliminardes do vosso meio as coisas condenadas”. (Js.7:10-13).

Referências:
Bíblia Almeida Revista e Atualizada
Berkhof, Louis. Teologia Sistemática. Cultura Cristã. 2011.