segunda-feira, 25 de abril de 2016

A INCAPACIDADE DA RELIGIOSIDADE HUMANA PARA A REDENÇÃO E COMUNHÃO COM DEUS


"Ora, os discípulos de João e os fariseus estavam jejuando. Vieram alguns e lhe perguntaram: Por que motivo jejuam os discípulos de João e os dos fariseus, mas os teus discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem, porventura, jejuar os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Durante o tempo em que estiver presente o noivo, não podem jejuar. Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; e, nesse tempo, jejuarão. Ninguém costura remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo novo tira parte da veste velha, e fica maior a rotura. Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos". Marcos 2.18-22 ARA

Em todo lugar; em toda cultura existe um senso religioso entre a humanidade que inspira a praticar certas condutas em busca de uma comunhão com o divino, com o espiritual. Há no fundo da alma humana um sentimento de redenção, de salvação. Nas civilizações mais antigas da história humana presenciamos esse sentimento. Cravado e guardado na consciência humana por toda a história, comprovando isso. A Bíblia diz: "Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se". (Rm.2.14,15 ARA)

Quem inventou a religião? Talvez você me diga que foi Deus ou os profetas ou gurus. Não foi. Quando Adão e Eva pecaram eles buscaram se cobrir com folhas de figueira e fizeram cintas para si (cf. Gn.3.7). Depois buscaram se esconder entre árvores do jardim do Éden (cf. Gn.3.8). Aqui nasce a religiosidade: uma busca de alternativas para remediar os pecados (erros) e o distanciamento de Deus. Porém, Deus não aceitou o método humano providenciado por Adão e Eva, o criador sacrificou um animal, e com a pele os cobriu (cf. Gn.3.21). A religiosidade é uma tentativa de reparar os pecados (erros) por métodos humanos. Enquanto que Deus já providenciou o seu filho Jesus Cristo que, por seu sangue, somos perdoados. Tipificado neste animal do Éden e em todos os animais que foram oferecidos como expiação pelo pecado do povo. Como diz a Palavra de Deus: "Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem remover pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus". (Hb.10.11,12 ARA). No capítulo anterior nos diz: "não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção". (idem 9.12 ARA). Veja ainda: Jo.1.29; Hb.9.26; Rm.5.9 e Ef.1.7.

No trecho bíblico inicial, temos uma repetição humana do Éden. Uma expressão de religiosidade, todavia, como sempre, incapaz de salvação, redenção, ou aproximação de Deus. Se não vejamos:

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O EVANGELHO EM QUATRO PONTOS















Texto Base: Efésios 2.1-10 Ler aqui

Esse trecho da carta de Paulo aos cristãos em Éfeso é uma das maiores exposições do evangelho de Jesus Cristo. A anunciação das boas novas de paz para todas as famílias da terra.

Nela consta o básico que todo ser humano, todo membro de uma família, precisa saber sobre o evangelho de Jesus.

Sua mensagem é direta, verdadeira, e não poupa a situação deplorável que se encontra a humanidade. Ele revela o poder da ressurreição de Jesus, a misericórdia divina para com a humanidade e seu amor pelo ser humano.

Você que faz parte de uma família saiba que Deus existe e que o mal existe. Mas, Deus providenciou um fim para o mal. E esse fim do mal é a salvação providenciada por Deus, por meio de Jesus Cristo seu filho.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O QUE A PALAVRA DE DEUS PODE FAZER NA VIDA DE UMA PESSOA














Texto base: 2Reis 22.1-11; 23.1-7,12-15, 21-25.

O rei Josias estava no décimo oitavo ano de seu reinado quando decidiu restaurar o templo de Yahveh. Seu coração era diferente de seu pai, um rei que não temia a Deus. Ele sofreu conspiração muito grande de pessoas contra seu pai, mas ele com oito anos de idade sobreviveu e foi constituído rei de Israel.

Os reis anteriores de Judá tinham se afastado muito de Deus. Seu avó, Manasés, fez coisas terríveis para um rei de Israel, que se dizia “ungido de Deus”. A Palavra de Deus nos diz que ele edificou altares na Casa do Senhor (no templo), fez o mesmo nos átrios do templo, e fez pior: queimou a seu filho como sacrifício, fazia adivinhações, consultava médiuns e feiticeiros, fez tudo o que era mau perante o Senhor (Cf. 2Rs.21.4-6).

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A VINDA DE CRISTO E A NECESSIDADE DE PRONTIDÃO


Texto para leitura: Lucas 12.35-40 ler aqui

Estamos vivendo uma época onde muitos estão dormindo. Parece que está tudo bem, quando na verdade não está. Porque pelos frutos se conhece a árvore.

Deus quer nos falar que o tempo de sua vinda se aproxima cada vez mais. É hora de abrirmos os ouvidos para ouvir o que Deus quer falar. Ele não tarda a vir, nosso entendimento de tempo é que está equivocado. O Salmo 90.4 diz: "Pois mil anos, aos teus olhos são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite".

A vigilância é a nossa única ferramenta nessa obra. Você pode ter tudo: uma boa igreja, bons sermões, bons amigos, boa família, bom salário, boa casa, belo carro, etc. Mas, se não estiver vigiando, de nada vai adiantar tudo isso.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

EM BUSCA DAS COISAS ESPIRITUAIS
















Texto: 2Reis 2.1-14

Vivemos numa época onde as pessoas andam por toda parte atrás de coisas materiais, bens materiais, conquistas matérias. E isso tem sido tão forte que até os pregadores mercenários tem deixado de lado a Palavra da verdade para trazer uma mensagem que satisfaça esses interesses. Todavia, na contramão, vem essa linda história de um discípulo de um profeta de Deus.

Se você está aqui e deseja buscar as coisas espirituais para sua vida: mais santidade, unção, comunhão com Deus, dons, etc. A história lida aqui pode te ajudar bastante. Pois, acontece dentro de um ambiente perfeitamente espiritual. De um lado o homem de Deus, o profeta Elias, aquele que Deus usou de forma poderosa que até Jesus fez citação dele. E de outro, Eliseu, outro homem de Deus, discípulo de Elias, profeta perseverante e relutante em busca de seu objetivo.

sábado, 3 de janeiro de 2015

VENCENDO A VERDADEIRA BARREIRA














Texto: Josué 6.1-27

Israel não estava apenas derrubando muros de pedra diante deles, mas uma barreira muito grande entre eles e Deus. Lembremos aqui que, quarenta anos antes desse evento, o povo havia duvidado de Deus. E por isso ficaram vagando pelo deserto até que aquela geração passasse. O povo de Israel estava diante de Jericó como estamos diante de nossos próprios erros e barreiras que colocamos diante de Deus.

Vejamos bem, toda aquela nova geração não havia se circuncidado ainda, só depois que atravessaram o rio Jordão foi que fizeram isso (cf. Js.5). Passaram pela mesma prova dos espias (cf. Js.2). Passaram pelas águas novamente atravessando o rio Jordão (cf. Js.3). E mais uma vez estavam ali diante do mesmo obstáculo: Jericó – Canaã.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

CONTATOS IMEDIATOS COM A CRUZ DE CRISTO



Texto: Mateus 27.15-36, 54; Lucas 23.39-43; Jo.19.38-42.

A cruz de Cristo é intrigante, gera amor ou ódio nos corações da humanidade. O fato é que a mensagem que ela passa não deixa de chamar atenção do mais desatento. Todos nós tivemos e temos o nosso momento com a cruz de Cristo. Que assim o diga o personagem da história de John Bunyan no livro O Peregrino. O contato com a cruz de Cristo é extraordinário, arrebatador e vivencial. Não é um assunto abstrato ou como um conto lendário. É um contato transformador, impactante, um contato que desvenda os olhos.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

SOLUS CHRISTUS (somente Cristo)


Em homenagem aos reformadores e ao dia da reforma, deixo-vos essa mensagem:

“Reafirmamos que a nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediadora do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação, por si só, são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai. Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e em sua obra não estiver sendo invocada”.

Os reformadores confrontaram os pensamentos errados de sua época com base na Bíblia Sagrada. E nela encontraram que:

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O QUE É O EVANGELHO?




HÁ UM POR QUE













Texto principal: 1Timóteo 3.16

"Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória"

Olhamos para a vida em nosso redor e não percebemos que há um porquê das coisas existirem. Será que tudo isso veio por acaso? Olhamos para o universo afora e constatamos a grandeza das coisas que existem. Dos milhões de galáxias e luzes que refletem e levam milhares de anos para o seu reflexo chegarem a nossa vista. O planeta Saturno com seus anéis que funcionam como um verdadeiro imã atraindo os grandes meteoros que vem em nossa direção. O sol com todo o seu esplendor que, se um pouco mais a frente de sua órbita morreríamos congelados ou um pouco mais atrás morreríamos de frio. O fato é que tudo está ao nosso redor muito bem arquitetado para que possamos ter vida na terra. O salmista bem escreveu no capítulo 19.1-6:

Reflexão:


terça-feira, 30 de setembro de 2014

A VISÃO DO CRISTO CELESTIAL

Texto: Apocalipse 1.9-20

Quando você pensa em Jesus, como o imagina? Os pintores do passado tentaram retratá-lo. Pois, não havia máquinas fotográficas, celulares modernos, filmadoras. Para que alguém tivesse uma imagem de si próprio teria que ficar muito tempo parado na mesma posição até que o artista pudesse esculpir sua fisionomia numa peça ou num pano.

Era algo também de privilégio de poucos, de ricos ou de pessoas de autoridade. O fato é que os discípulos não puderam gravar nada da fisionomia de Jesus. Sua vida, palavras e obras foram a maior imagem gravada em suas mentes e corações. Uma foto batida pelos olhos, pela grandeza dos fatos que ocorriam diante deles.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

SÓ PARA OS ÍNTIMOS


Texto: João 14.1-18
Sabe aquele momento em que você tem somente com aqueles que são os mais próximos de você? Era esse o momento em que Jesus passa com os discípulos aqui. Um momento particular. E geralmente quando temos momentos particulares com alguém ou com amigos ou familiares tratamos de assuntos de interesse particular do grupo ou da pessoa. Eles estavam ali reunidos para celebrar a páscoa juntos.
Na mesa dessa ceia da páscoa ele mostra como deveríamos tratar uns aos outros quando lava as os pés dos seus discípulos com uma bacia e uma toalha. Sim, ele mesmo, o Rabbi (mestre), lavando os seus pés. Na mesma mesa revela que um deles o trairia, revela que ele iria embora. Ele revelou simbolicamente no pão e no vinho da páscoa o que seu corpo e sangue seria ofertado para estabelecer a nossa redenção e pediu-os para fazer memória dele.
Pedro e os demais ficaram atônitos e perturbados com tantas revelações em uma reunião que era para ser uma noite de paz e de alimentação tranquila, porém, torno-se um jantar de muitas surpresas, de muitas inquietações e desconfiança uns dos outros. Afinal, ele disse abertamente: “Em verdade, em verdade vos digo que um dentre vós me trairá”. (Jo.13.21). E ainda ao Pedro que dizia querer ir com ele e que daria a sua vida por ele revela que o negaria três vezes.
Imaginemos todos, alguém que amamos e seguimos há uns três anos. Passamos toda parte do tempo com ele. De repente em um jantar nos diz que um de nós o trairá que ele vai embora, que seu corpo e sangue seriam derramados. Que até um dos primeiros a ser chamado a acompanhá-lo o negaria?
Diante desse momento de revelações inquietantes, perturbadoras e sem sentido naquele momento. Jesus olha para o semblante de seus rostos e os conforta. É nesse momento que começa o capítulo 14 de João. Um capítulo que trás bálsamo para alma deles e por tabela trás para a nossa também. E é por aqui que Deus vai nos falar.

domingo, 3 de agosto de 2014

A VISÃO DO TRONO DE DEUS




















Texto central: Apocalipse 4.1-11

Precisamos mais do que nunca dessa visão em nossas vidas. Atualmente, com toda a sedução de secularismo (proposta de vida mundana sem que necessite de Deus). Tá com problema emocional? Te oferecem a psicologia; tá desmotivado ou com dificuldades no viver? Te oferecem auto-ajuda; tá com necessidade espiritual? Te oferecem o ocultismo; tem dúvidas sobre a tua existência? A ciência e razão dão as explicações; quer saber mais sobre a vida? Te oferecem a filosofia; tá precisando de dinheiro? Te oferecem um empréstimo; tá sentido um vazio na alma? Te oferecem o consumo e o entretenimento. Tá doente? Te oferecem um médico. O secularismo te propõe suprir todas as necessidades humanas sem que se precise de Deus.

Também com toda a sedução do pós-modernismo, pensamento da sociedade pautado no humanismo (o homem é o centro de tudo), pluralismo (todas as crenças são aceitas e se entrelaçam), relativismo (não há uma única verdade, mas várias verdades. Não existem absolutos. Tudo é relativo). 

Isso tudo tem levado a humanidade a perca do foco em Deus, da verdade de Deus (que é Jesus), trazendo o homem para o centro, para o trono. E como a igreja se encontra inserida nessa sociedade, o assédio é muito grande. Portanto, a maior necessidade da igreja hoje é ter uma visão do trono de Deus. 

O apóstolo João nos trás lições preciosas para que tenhamos uma visão do trono de Deus. Para que venhamos a resgatar o foco em Deus, em Jesus. Desejo ser bem direto nessa mensagem, para que você entenda e não fiquemos andando em círculos aqui. Então, vejamos:

sexta-feira, 11 de julho de 2014

DISCIPULADO CRISTÃO. A NEGLIGÊNCIA DA IGREJA.


Morte do eu e reprodução. As duas bases do discipulado cristão. O grande problema da igreja evangélica hoje é que não se faz mais discipulado. Resultado: cristão cheios de vontade, senhores de si, senhores de "direitos" e das promessas divinas. Vida dúbia entre o mundo e a igreja. Secularização da vida e abandono dos valores morais e espirituais da fé.

A mensagem do discipulado cristão é um desafio a proposta mundana das altas doses de auto-estima e cobiças humanas do consumismo e imediatismo da pós-modernidade. Fazer morrer o nosso "eu" é extremamente fundamental para que se possa reproduzir um outro cristão de verdade. Hoje, porém, o crescimento e expansão (reprodução) das igrejas locais se dão por outras propostas, do tipo "plano de adesão" utilizado pelas empresas de telecomunicação. Onde o "cliente" é movido pelos "benefícios" e "bônus" que vai ganhar daquela operadora. Daí, o foco do "compromisso" sempre será pautado na oferta e não nos valores do discipulado cristão, nas verdades vivas do santo evangelho de Cristo.

Por isso que o discipulado é tão negligenciado em nossos dias. Não é nada popular hoje falar de morte, renúncia, governo de Deus sobre nossas vidas, serviço cristão, manuseio responsável daquilo que nos foi confiado por Deus.

Esse trabalho de reprodução de um novo cristão leva tempo e morte do próprio discipulador. Pois para que outro discípulo tenha que nascer o discipulador tem que se doar e experimentar essa verdade em sua própria vida primeiro.

Enfim, todos ficam naquele "jogo de empurra" transferindo essa missão universal para terceiros. Como se o discipulado fosse departamento de alguns. Afinal, o que se almeja é permanecer vivo e curtir o que a vida tem para oferecer de melhor.

"Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto". João 12.24

Deus salve a sua igreja

terça-feira, 8 de julho de 2014

PORQUE SE CONSAGRAR?



Texto inicial: Josué 7:1-13

Há tantas coisas pra falar ao cristão, à igreja de Jesus, porque temos que refletir sobre isso? Talvez você diga: “A igreja tem tanta gente doente espiritualmente e de alma, tanta gente carente, pra quê falar sobre consagração? Pessoas precisando de uma palavra de conforto, de ânimo, isso é mesmo necessário ser falado?”

Entretanto, as pessoas não sabem que a consagração de suas vidas para Deus é a real solução para os dilemas e sofrimentos emocionais, materiais e espirituais da igreja de Cristo na terra. Tratar consequências do pecado é como dar remédio para dor, não resolve. O que tem de ser tratado é o pecado (cf. Sl.32:5).

Estão enganados todos os que confundem pecado com doença. Todas as enfermidades do corpo e da alma vêm por causa do pecado. Seja do pecado original ou do pecado pessoal de cada um (cf. Lm.3:39; Sl.38:3; 1Co.11:30; Mc.2:5). Todas as dores do mundo, todas as desgraças resultam do pecado da humanidade. Se há pessoas “mazeladas” na igreja não é tratando seus abalos emocionais ou suas dores de alma que as mazelas irão sucumbir, mas com um verdadeiro arrependimento e perdão que se estanca suas consequências (cf. Hb:12.14-17). E o maior pecado da igreja é este: “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tg.4:17b). Por isso que muitos estão doentes. Que maior bem podemos fazer do que evangelizar alguém ou discipular quem se decidiu recentemente por Cristo?

A consagração visa justamente nos afastarmos do pecado e nos aproximarmos de Deus, visa nos levar a momentos com Deus, visa trazer uma quebra da rotina e da correria da vida para ficarmos com Deus, visa nos trazer saúde espiritual, que reflete na alma e consequentemente o corpo padecerá menos (cf. Jo.10:10).

A consagração é uma atitude responsável do cristão de diligentemente cooperar com a sua santificação pessoal. Falando sobre santificação, Berkhof (2011. P.531) escreveu:

É UMA OBRA DE DEUS NA QUAL OS CRENTES COOPERAM. Quando se diz que o homem participa na obra de santificação, não significa que o homem é um agente independente de ação, como se fizesse em parte a obra de Deus e em parte a obra do homem; mas apenas que Deus efetua essa obra em parte pela instrumentalidade do homem como ser racional, requerendo dele devota e inteligente cooperação com o Espírito. Que o homem precisa cooperar com o Espírito de Deus se deduz: (a) das repetidas advertências contra males e tentações, que claramente implicam que o homem deve agir dinamicamente no empenho para evitar as armadilhas da vida, Rm 12.9, 16, 17; 1 Co 6.9, 10; Gl 5.16-23; e (b) das constantes exortações a um viver santo. Estes fatos implicam que o crente deve ser inteligente no emprego dos meios a seu dispor, para o aperfeiçoamento moral e espiritual da sua vida, Mq 6.8; Jo 15.2, 8, 16; Rm 8.12, 13; 12.1, 2, 17; Gl 6.7, 8, 15.

Levando em conta o que já comecei respondendo aqui, poderemos concluir como resolvido todos os questionamentos feitos nos focando na passagem lida inicialmente. Vejamos:

quinta-feira, 3 de julho de 2014

"JESUS VIRÁ” O QUE ISSO ENVOLVE?


Texto inicial: “Se alguém não ama o Senhor, seja anátema. Maranata!”. (1Co.16.22).

O mundo quase todo celebra o natal. Que segundo alguns defensores da data, o natal é o dia que se faz lembrança ao nascimento de Cristo. Não entrando aqui no mérito dos equívocos: da data do nascimento de Cristo, e da exploração comercial e ecumênica que é feito nessa data, onde Jesus quando não passa de um menino que nunca cresceu ou cai na subjetividade de um mero nascimento da esperança. Também, não com a mesma proporção, uma parte do mundo celebra a páscoa. Que segundo alguns defensores da data, a páscoa faz lembrança a morte de Jesus Cristo. Não entrando aqui no mérito da questão: páscoa judaica ou páscoa católica. Ou na questão do quê os evangélicos têm haver com isso. O fato é que pouco ou quase nada se fala ou se ensina hoje de que Jesus está vivo e deixou promessas claras que voltaria. Podemos conferir a princípio três versos onde temos a constatação desse evento: João 14.1-3; 1Coríntios 11.26 e Atos 1.10,11. A Bíblia apresenta quatro pilares fundamentais da fé cristã: Criação, Queda, Redenção e Consumação. Falar da volta de Cristo é falar desse último pilar da fé: a consumação. Não é por acaso que Jesus diz no livro do Apocalipse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim”. (idem 22.13). 

Portanto, podemos e devemos falar mais da volta de Jesus. E proponho uma pergunta bem sugestiva: “Jesus virá”, o que isso envolve? Creio que a resposta dessa pergunta nos ajudará bastante a entendermos, amarmos e esperamos a vinda de Jesus Cristo.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O DEUS SANTO QUE PRODUZ SANTIFICAÇÃO PLENA





“O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. (1Ts.5.23)

Deus tem o poder santificador sobre nossas vidas. E esse poder é que vai operar em nós através dos benefícios da graça concedidos por Deus em Cristo. O apóstolo Paulo nessa passagem não exige que nos santifiquemos, mas revela o outro lado impossível a nós de realizarmos no processo de santificação. Homem nenhum se santifica sem a graça de Deus. Assim, o início das palavras de Paulo é a resposta divina para o socorro de nossa luta contra o mal, conforme ele pede na carta: “abstende-vos de toda forma de mal”. (v.22). O Novo Testamento revela uma participação divina na santificação do homem, atribuição que no Antigo Testamento se resumia unicamente ao homem, numa luta frustrada pela obediência a Lei divina. E assim, Deus é que santifica e vai santificar o ser humano alcançado por sua graça.

A santificação que procede de Deus vai agindo no cristão de maneira quase não percebida por nós. Se não fosse a Palavra de Deus não saberíamos como. Vejamos:

quarta-feira, 2 de abril de 2014

DESCOBRINDO QUEM SOMOS (uma mensagem para todos os cristãos).



A maior dificuldade da igreja de Cristo ser impactante como deveria ser nesse mundo é a descoberta de quem somos quanto povo de Deus. E não só a descoberta, mas a concretização dessa descoberta na vida prática da igreja. Imagine você se todas as congregações espalhadas pelo Brasil e mundo a fora tomassem realmente posse de sua identidade como a Bíblia assim declara a igreja de Cristo ser? Imagine uma igreja local vivenciando, concretizando, pessoa a pessoa, as declarações bíblicas de quem somos? Pode ter certeza, o Diabo conspira contra nós para que não venhamos a alcançar isso. O mundo não quer e planeja de tudo para que não sejamos o que devemos ser. Até mesmo alguns que estão entre nós conspiram para que não venhamos a ser o que temos de ser. Todos, exceto Jesus, conspiram contra nós para que venhamos a permanecer numa postura amistosa, neutra e omissa quando aquilo que deveríamos ser. Pode ter certeza disso.

Mas, Deus é maior. Ele é o rei do seu reino. E aqueles que estiverem sob o seu domínio, não vão durar muito tempo nessa inércia. Assim, creio eu. Jesus é o verdadeiro dono da igreja. E ele há de despertá-la, como sempre fez no decorrer da história, e em nossa geração não vai ser diferente. Creio que vontade divina e a responsabilidade humana caminhando juntos, uma igreja local na redondeza, bairro, cidade, estado, nação e mundo ao seu redor sofrerão um impacto poderoso de salvação e temor de Deus.

A grande questão é descobrir o que somos, não apenas uma descoberta intelectual ou informativa, mas uma descoberta pessoal, vivencial, experimental de ser igreja de Cristo. Que, por pertencer a ela, se descobrir o seu potencial como tal. E como disse anteriormente, os inimigos de Deus, conspiram para que não tenhamos essa descoberta intima e pessoal. Meu desejo é que ao passarmos pelos textos bíblicos que vou citá-los aqui possamos receber com fé e com disposição de alma para o que será semeado através do poder da Palavra de Deus pregada aqui.

sábado, 1 de março de 2014

O AGIR DE DEUS E A RESISTÊNCIA DO MAL















Texto base: Marcos 5.1-20

Os discípulos estavam indo pelo mar da Galiléia em direção da região de Gadara e se deparam com uma forte tempestade. Jesus, inusitadamente, aparece a eles no meio da tempestade, e põe fim nela. Ao desembarcarem na “terra dos gerasenos” logo veio ao encontro um homem possesso de espírito imundo. No confronto, Jesus interroga ao demônio qual era o seu nome. “Legião”, a resposta mostrou o quanto agia o mal sobre aquele homem possesso. Nos regimentos militares romanos, uma legião equivalia aproximadamente em 6 mil soldados. Imagine o quanto o mal se une para fazer resistência ao agir de Deus. Embora essa quantidade de forças do mal empenhada, Jesus não estava ali para perder a sua viagem. Diante dessa batalha espiritual podemos retirar grandes lições para nossa vida. Entre elas:

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O PODER DIVINO É TRANSFORMADOR E TRANSBORDANTE


 Texto principal: Atos 10.1-8, 17-24, 44-48; 11.1-26
 
Muito se fala do poder de Deus, do poder do Espírito Santo, mas pouco se constata a transformação e o transbordar desse poder. Lembro-me agora do profeta Elias diante dos profetas de Baal no monte Carmelo. Quando Elias preparou o seu altar, mandou cavar valas e colocar água. Mandou jogar água sobre o holocausto e sobre o altar. Elias clamou e desceu o poder de Deus em fogo. Consumiu o holocausto e consumiu a água da vala. Deus quando age de verdade, não há possibilidade alguma dele ficar apenas no superficial, numa região, num povo, numa turma, numa cultura ou na esfera religiosa. Quando Deus age, esse agir transforma e transborda ao ponto de alcançar outras áreas da vida e outras culturas.
 
Em nosso texto principal, temos essa realidade do agir transformador e transbordante do poder divino. Que através desta mensagem possamos entender mais profundo o que seja poder divino.
 
Temos aqui Pedro, alguém muito focado em sua religião e seus costumes. Depois nos aparece Cornélio, uma pessoa que apesar de seus atos de caridade, precisava de salvação. Alguém de outra cultura, fora da esfera religiosa de Pedro. Temos ainda os demais não judeus, a família e amigos e Cornélio. Os discípulos que haviam sido dispersos por toda a região da Fenícia, Chipre e Antioquia, mas não anunciavam a palavra para eles. Porém, apenas aos judeus. Mas, temos também, alguns deles que eram de Chipre e de Cirene que foram até Antioquia, mas pregavam também aos gregos. Temos também a alegria de Barnabé que, ao tomar conhecimento das coisas que acontecem entre os gentios e partiu atrás de Saulo (Paulo) e encontrando-o, trás para Antioquia onde lá ensinam o evangelho a numerosa multidão. DEPOIS DE TUDO ISSO, eles foram, pela primeira vez, chamados de Cristãos.
 
É nesse cenário de grande transformação, resultado do poder divino que transborda onde vamos meditar em algumas lições que foram retiradas do texto principal.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O ALCANCE DA VIDA ETERNA


Texto: Mateus 19.16-26

A vida eterna não é um assunto tanto popular na igreja evangélica moderna (entre os neo-evangélicos), o motivo nós já sabemos: se prega hoje uma mensagem focada na vida terrena. Todavia, esse assunto foi citado 43 vezes no Novo Testamento e 02 vezes no Antigo Testamento. Isso fora as associações ao assunto de forma indireta. O que de fato merece toda a nossa atenção. Lembro-me das palavras do apóstolo Paulo quando já havia pessoas desse tipo, que se importam mais com a vida terrena do que com a vida eterna; e nisso se tornam inimigos da cruz de Cristo. Pois a promessa da cruz é a vida eterna. Ele escreveu: “... são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas. Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas”. (Fp.3.18-21).

A vida eterna é, à luz da Bíblia, uma esperança de que a morte será vencida com o advento da ressurreição e viveremos para sempre na companhia de Deus em Cristo Jesus. São várias as passagens bíblicas que falam disso, eu poderia ficar citando todas elas aqui, mas o meu objetivo é entregar a mensagem que Deus me deu. E por falar na mensagem, façamos algumas perguntas: É possível alguém alcançar a vida eterna? O ser humano pode ter a vida eterna obedecendo aos mandamentos? A bondade humana é o caminho para a vida eterna? O que Deus faz para que tenhamos a vida eterna? Creio que essas e outras perguntas serão respondidas nas lições que veremos a seguir.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

SALVAÇÃO PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA















Texto: “Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa”. (At.16.31).

Se eu fosse perguntar aqui: “quem deseja que sua família seja salva?” Com certeza ouviríamos em alto e bom som: “EU”, com letras maiúsculas. Mas, se eu perguntasse: “você confia, crer em Jesus o suficiente ao ponto de que sua família possa ser influenciada por tua fé?” A partir daqui a resposta não é tão forte assim não é? A palavra grega usada na passagem bíblica que traduzimos por casa é “oikos” que quer dizer literalmente “casa”. Todavia, existem as suas sub-definições que vão coincidindo com o contexto. Para o caso aqui do nosso texto temos as seguintes definições: “lar”, “todas as pessoas que formam uma família”, “ocupantes de uma casa”, “família”, “descendentes de alguém”. Alguns pensam que essa declaração de Paulo e Silas foi uma profecia. Seria uma promessa para os cristãos? Não. O que Paulo e Silas estão dizendo é que a salvação daquele homem e de sua família iria depender da fé dele em Jesus Cristo. Fé para a sua própria salvação e fé para orar e testemunhar de Cristo convictamente para os seus familiares para que eles venham ser tocados pela graça da mesma fé para salvação. Isto é, eles associaram o poder de alcance da salvação daquele homem se estendendo para sua família a partir da fé dele por Jesus. Vejamos como isso é relevante para todos nós diante das verdades que estão nesse texto:

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O TEMPLO DE DEUS TEM QUE SER RECONSTRUÍDO, NÃO PODE PARAR













Texto principal: "Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá". 1Co.3.16,17

Há muito tempo atrás, o Templo de Israel havia sido destruído, porque o povo de Israel havia deixado de buscar ao seu Deus Yahveh e de guardar seus mandamentos. Então, sob a permissão de Yahveh, a Bíblia nos conta que o rei da Babilônia: Nabucodonosor invade Jerusalém, destrói o Templo e toda a cidade; e ainda leva o povo cativo. Há mais tempo atrás ainda, o ser humano ao desobedecer ao seu Criador caiu de seu estado de imagem da glória de Deus e honra para um estado desprezível e miserável de pecador. Você pode perceber tamanha semelhança?

Pois, a semelhança continua... Jesus Cristo veio ao mundo para reconstruir um templo superior (Jo.2.19). Não o Templo de pedra, mas um templo de carne, espiritual, para ser morada de Deus: o nosso coração. Não é a toa que o apóstolo Paulo fala o que acabamos de ler aqui. Somos realmente Templo de Deus, mas estamos sendo restaurados ou abandonados em ruínas? Creio que hora de começar a restauração do Templo de Deus em teu coração não percebe? E creio também que os que estão em restauração não se desanimem diante das ameaças externas para parar!

Vamos abrir nossas Bíblias no livro de Esdras e aprender um pouco mais sobre isso? Vejamos:

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O EVANGELHO EM PARÁBOLA



Texto base: Mateus 22.1-14

1) Todos quantos rejeitam ao evangelho de Jesus não são dignos de sua graça (v.8).
"Então, disse aos seus servos: Está pronta a festa, mas os convidados não eram dignos".

O povo de Israel é um grande exemplo disso. Deus chama Abraão, faz dele uma nação, a nação se forma, e ao seu tempo Deus lhes envia o seu messias, porém eles não recebem. Isso tá bem claro nas palavras de João, quando ele diz: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”. (Jo.1.11).

Você acha que pode se remir por conta própria? “Pois quê? Somos melhores do que eles? De maneira nenhuma, pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado”. (Rm.3.9)

Você não acredita que és um pecador e como tal será condenado? Veja o que diz o evangelho: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”. (Rm.6.23). “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. (1Jo.1.8). Para o pecador só lhe resta a salvação por meio da graça divina: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Ef.2.8,9).

O homem em estado de pecado é incapaz de escolher Deus, nem muito menos de ter fé em Cristo para sua salvação. Seu prazer é só pecar e seu fim é a condenação eterna. Ele precisa da graça de Deus! (Ef.2.1-5). O evangelho de Jesus não é uma opção é uma necessidade! O que você vai fazer?

domingo, 11 de agosto de 2013

A BASE DE UMA IGREJA CRISTÃ


Texto inicial: At.17.28

Quando nos propomos ser uma igreja cristã, uma comunidade de convertidos, temos que entender sua base. Qual é a base de uma igreja cristã? Se essa questão for respondida dentro do contexto bíblico, seremos de fato uma igreja cristã. Do contrário, pra quê criar mais uma religião? Apenas para atender ao indiscutível instinto religioso do homem? Isso hoje em dia a psicologia da auto-ajuda já se propõe a assumir essa vaga.

O texto inicial nos ajuda a responder essa questão: Qual é a base de uma igreja cristã? Todavia, antes de entrarmos no mérito da questão, vamos começar pelo que não deve ser a base de uma igreja cristã? Olhando para o que tem muito assediado as igrejas evangélicas hoje, podemos trazer uma resposta evidente e obviamente não condizente com o ensino cristão. São eles:

domingo, 7 de julho de 2013

UMA IGREJA VERDADEIRA NUMA SOCIEDADE EM DECOMPOSIÇÃO MORAL, SOCIAL E TEOLÓGICA.
















Texto inicial: Filipenses 2.12-16

Estamos correndo contra o tempo, precisamos nos adiantar mais. Pois, cada vez mais o mundo caminha a passos ligeiros para sua decomposição moral, social e teológica. E igreja não deve ficar assistindo isso ocorrer. Pois, se não cuidarmos, juntos iremos nos perder com essa sociedade. Assim como ocorreu no Egito, o povo de Israel recebeu de Deus um sinal para que não viessem a perecer juntos com os egípcios (Êx.12.12,13,22,23).

Para que sejamos Igreja verdadeira de Jesus no meio de uma sociedade em decomposição. Para que venhamos a nos preservar de nos decompor juntos com essa sociedade, precisamos tomar algumas atitudes sábias, de fé e de moderação. Lembre-se de Ló, que mesmo escapando da destruição de Sodoma e Gomorra perdeu parte de sua família (esposa e futuros genros), além disso, tomou atitudes que revelaram a forte influência das duas cidades sobre sua vida. Ló ofereceu suas filhas para os homens que queriam abusar sexualmente dos anjos que haviam se materializado na porta de sua casa (Gn.19.8); Ló demorou-se a atender o chamado divino para sair daquelas cidades, os anjos tiveram que tomá-lo pela mão (v.16). Precisamos agir com medidas preventivas, preservando nossa fé, nossas vidas e nossas igrejas de não se acabarem junto com essa sociedade.

O que precisamos fazer para que possamos nos manter como Igreja verdadeira no meio de uma sociedade em decomposição moral, social e teológica?

segunda-feira, 10 de junho de 2013

SENDO UMA FAMÍLIA CRISTÃ NO MEIO DE UMA SOCIEDADE DIVERSIFICADA


"Porém, se vos parece mal servir a Yahveh, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos a Yahveh". Josué 24.15

Para que uma família realmente seja uma “família cristã” é necessário que tenha uma base espiritual bem formada e diferenciada. Pois, vivemos numa sociedade não muito diferente do tempo de Josué e sua família. Os povos ao redor de Israel tinham seus deuses e suas crenças. A nação de Israel, ao invés de manter sua fé em Yahveh, em sua maioria se deixava influenciar pelas crenças das nações vizinhas. E até mesmo a aceitar tanto a fé em Yahveh como nas outras crenças. Num tipo de pré-ecumenismo religioso. Josué, porém, se posiciona com firmeza de que ele e sua família serviriam a Yahveh. Será que nossa família, os líderes de nossas famílias se posicionam assim? Será que a liderança cristã hoje tem esse posicionamento? Se Josué tivesse vivo hoje seria enquadrado pelos teólogos liberais e líderes ecumênicos modernos como “fundamentalista fanático”. O fato é se queremos realmente ser uma família cristã temos que nos posicionar ou não seremos uma família cristã. Talvez você esteja se perguntando como é que se forma a base espiritual dessa família e como ela se torna diferenciada?

O texto de Josué 24.15 revela-nos o embrião da revelação de Deus ao homem que nos fornece essa base e esse diferencial para a família cristã, vejamos:

quarta-feira, 1 de maio de 2013

SER CRISTÃO
















Texto: Lucas 9:57-62

Cristão é uma palavra que vem do grego “christianos” que quer dizer: seguidor de Cristo. “Ser cristão” é evidentemente isso: ser um seguidor de Jesus. Ela surgiu pela primeira vez em At.11:26 como “cristãos”: seguidores de Cristo. Posteriormente ocorre mais duas vezes como “cristão” (no singular): seguidor de Jesus em At.26:28 e 1Pe.4:16.

Com o passar dos séculos o cristão vem sendo confundido com alguém bem distante da realidade de quem SEGUE Jesus Cristo. E tornou-se alguém que segue uma denominação evangélica ou alguém que segue determinada crença. Todavia, as palavras de Jesus jamais passarão, ele disse: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. (Mt.24:35). O Espírito Santo de Deus, aquele que ficou encarregado de ser o vigário de Cristo na Terra, conforme Jesus assim determinou: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco”. (Jo.14:16). Ele está conclamando a todos os verdadeiros cristãos a atenderem as palavras de Cristo. Dele Jesus disse: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”. (Jo.14:26) E se colocarem a refletir e se dispor a viver o que Cristo propôs a todos aqueles que queriam segui-lo: “Seguir-te-ei para onde quer que fores”. (Lc.9:57b). A todos aqueles que querem SER CRISTÃO! Você quer ser cristão? Então vamos lá:

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A VINDA DE JESUS E O SEU SIGNIFICADO




















TEXTO: 1Pedro 3:1-18
A história da humanidade é pontuada em vários acontecimentos e não se sabe ao certo o que virá. Todavia, a Palavra de Deus pontua acontecimentos fundamentais da humanidade e sim sabe onde vai chegar. São eles: Criação, Queda, Redenção e Consumação. Deus criou todas as coisas, deixou tudo o que era necessário para a humanidade. Porém, a humanidade caiu em desobediência, perde comunhão com esse Deus criador. Então, Deus providenciou o salvador que é Jesus Cristo. Ele veio conviver conosco e nos trazer a redenção de nossa queda. Levando ele a culpa da queda em nosso lugar: “o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação.” (Rm.4:25). E agora nos dirigimos para a consumação. Cada dia nós vamos vendo o fim do túnel. Os sinais vão aparecendo a nossa frente como se fossem placas de trânsito quando estamos na estrada nos dirigindo para um lugar. E é nessa direção que todos caminhamos, para a CONSUMAÇÃO. Falar da volta de Cristo é falar sobre a consumação, o fim. Muitos pensam que o fim é quando morremos. Hipótese enganosa! Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. (Jo.5:24). Também disse: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”. (Mt.10:28). Ele nos conta a história do Rico e de Lázaro, o mendigo. Relatando claramente a vida após a morte. O restante da Bíblia Sagrada nos relata o mesmo: Ec.12:7; Hb.9:27; Ap.6:9,10. O testemunho das Escrituras nós somos mortais quanto ao corpo: Rm.6:12. Em fim, a consumação de tudo não é a morte, nem muito menos a do corpo, mas A VOLTA DE JESUS CRISTO. Ele disse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim”. (Ap.22:13).
Essa CONSUMAÇÃO é retratada pelo apóstolo Pedro de forma brilhante. Ele nos deixa em sua carta uma excelente ministração sobre a volta de Cristo. Contendo ela: