Se eu fosse perguntar aqui: “quem deseja que sua família seja salva?” Com certeza ouviríamos em alto e bom som: “EU”, com letras maiúsculas. Mas, se eu perguntasse: “você confia, crer em Jesus o suficiente ao ponto de que sua família possa ser influenciada por tua fé?” A partir daqui a resposta não é tão forte assim não é? A palavra grega usada na passagem bíblica que traduzimos por casa é “oikos” que quer dizer literalmente “casa”. Todavia, existem as suas sub-definições que vão coincidindo com o contexto. Para o caso aqui do nosso texto temos as seguintes definições: “lar”, “todas as pessoas que formam uma família”, “ocupantes de uma casa”, “família”, “descendentes de alguém”. Alguns pensam que essa declaração de Paulo e Silas foi uma profecia. Seria uma promessa para os cristãos? Não. O que Paulo e Silas estão dizendo é que a salvação daquele homem e de sua família iria depender da fé dele em Jesus Cristo. Fé para a sua própria salvação e fé para orar e testemunhar de Cristo convictamente para os seus familiares para que eles venham ser tocados pela graça da mesma fé para salvação. Isto é, eles associaram o poder de alcance da salvação daquele homem se estendendo para sua família a partir da fé dele por Jesus. Vejamos como isso é relevante para todos nós diante das verdades que estão nesse texto:
“Na noite escura da ignorância humana, há muitas luzes no céu. À luz do dia, há somente uma, que é Jesus Cristo, a luz do mundo”. Norman Geisler
terça-feira, 5 de novembro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O TEMPLO DE DEUS TEM QUE SER RECONSTRUÍDO, NÃO PODE PARAR
Texto
principal: "Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá". 1Co.3.16,17
Há
muito tempo atrás, o Templo de Israel havia sido destruído, porque
o povo de Israel havia deixado de buscar ao seu Deus Yahveh e de
guardar seus mandamentos. Então, sob a permissão de Yahveh, a
Bíblia nos conta que o rei da Babilônia: Nabucodonosor invade
Jerusalém, destrói o Templo e toda a cidade; e ainda leva o povo
cativo. Há mais tempo atrás ainda, o ser humano ao desobedecer ao
seu Criador caiu de seu estado de imagem da glória de Deus e honra
para um estado desprezível e miserável de pecador. Você pode
perceber tamanha semelhança?
Pois,
a semelhança continua... Jesus Cristo veio ao mundo para reconstruir
um templo superior (Jo.2.19). Não o Templo de pedra, mas um templo
de carne, espiritual, para ser morada de Deus: o nosso coração. Não
é a toa que o apóstolo Paulo fala o que acabamos de ler aqui. Somos
realmente Templo de Deus, mas estamos sendo restaurados ou
abandonados em ruínas? Creio que hora de começar a restauração do
Templo de Deus em teu coração não percebe? E creio também que os
que estão em restauração não se desanimem diante das ameaças
externas para parar!
Vamos
abrir nossas Bíblias no livro de Esdras e aprender um pouco mais
sobre isso? Vejamos:
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
O EVANGELHO EM PARÁBOLA
Texto base: Mateus 22.1-14
1) Todos quantos rejeitam ao evangelho de Jesus não são dignos de sua graça (v.8).
"Então, disse aos seus servos: Está pronta a festa, mas os convidados não eram dignos".
O povo de Israel é um grande
exemplo disso. Deus chama Abraão, faz dele uma nação, a nação se forma, e ao
seu tempo Deus lhes envia o seu messias, porém eles não recebem. Isso tá bem
claro nas palavras de João, quando ele diz: “Veio para o que era seu, e os
seus não o receberam”. (Jo.1.11).
Você acha que pode se remir por
conta própria? “Pois quê? Somos melhores do que eles? De maneira nenhuma,
pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do
pecado”. (Rm.3.9)
Você não acredita que és um
pecador e como tal será condenado? Veja o que diz o evangelho: “Porque o
salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em
Cristo Jesus nosso Senhor”. (Rm.6.23). “Se dissermos que não temos
pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”.
(1Jo.1.8). Para o pecador só lhe resta a salvação por meio da graça divina: “Porque
pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus;
não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Ef.2.8,9).
O homem em estado de pecado é
incapaz de escolher Deus, nem muito menos de ter fé em Cristo para sua salvação.
Seu prazer é só pecar e seu fim é a condenação eterna. Ele precisa da graça de
Deus! (Ef.2.1-5). O evangelho de Jesus não é uma opção é uma necessidade! O que
você vai fazer?
domingo, 11 de agosto de 2013
A BASE DE UMA IGREJA CRISTÃ
Texto inicial: At.17.28
Quando nos propomos ser uma igreja cristã, uma comunidade de convertidos, temos que entender sua base. Qual é a base de uma igreja cristã? Se essa questão for respondida dentro do contexto bíblico, seremos de fato uma igreja cristã. Do contrário, pra quê criar mais uma religião? Apenas para atender ao indiscutível instinto religioso do homem? Isso hoje em dia a psicologia da auto-ajuda já se propõe a assumir essa vaga.
O texto inicial nos ajuda a responder essa questão: Qual é a base de uma igreja cristã? Todavia, antes de entrarmos no mérito da questão, vamos começar pelo que não deve ser a base de uma igreja cristã? Olhando para o que tem muito assediado as igrejas evangélicas hoje, podemos trazer uma resposta evidente e obviamente não condizente com o ensino cristão. São eles:
domingo, 7 de julho de 2013
UMA IGREJA VERDADEIRA NUMA SOCIEDADE EM DECOMPOSIÇÃO MORAL, SOCIAL E TEOLÓGICA.
Estamos correndo contra o tempo, precisamos nos adiantar mais. Pois, cada vez mais o mundo caminha a passos ligeiros para sua decomposição moral, social e teológica. E igreja não deve ficar assistindo isso ocorrer. Pois, se não cuidarmos, juntos iremos nos perder com essa sociedade. Assim como ocorreu no Egito, o povo de Israel recebeu de Deus um sinal para que não viessem a perecer juntos com os egípcios (Êx.12.12,13,22,23).
Para que sejamos Igreja verdadeira de Jesus no meio de uma sociedade em decomposição. Para que venhamos a nos preservar de nos decompor juntos com essa sociedade, precisamos tomar algumas atitudes sábias, de fé e de moderação. Lembre-se de Ló, que mesmo escapando da destruição de Sodoma e Gomorra perdeu parte de sua família (esposa e futuros genros), além disso, tomou atitudes que revelaram a forte influência das duas cidades sobre sua vida. Ló ofereceu suas filhas para os homens que queriam abusar sexualmente dos anjos que haviam se materializado na porta de sua casa (Gn.19.8); Ló demorou-se a atender o chamado divino para sair daquelas cidades, os anjos tiveram que tomá-lo pela mão (v.16). Precisamos agir com medidas preventivas, preservando nossa fé, nossas vidas e nossas igrejas de não se acabarem junto com essa sociedade.
O que precisamos fazer para que possamos nos manter como Igreja verdadeira no meio de uma sociedade em decomposição moral, social e teológica?
segunda-feira, 10 de junho de 2013
SENDO UMA FAMÍLIA CRISTÃ NO MEIO DE UMA SOCIEDADE DIVERSIFICADA
Para que uma família realmente seja uma “família
cristã” é necessário que tenha uma base espiritual bem formada e diferenciada. Pois,
vivemos numa sociedade não muito diferente do tempo de Josué e sua família. Os
povos ao redor de Israel tinham seus deuses e suas crenças. A nação de Israel,
ao invés de manter sua fé em Yahveh, em sua maioria se deixava influenciar
pelas crenças das nações vizinhas. E até mesmo a aceitar tanto a fé em Yahveh
como nas outras crenças. Num tipo de pré-ecumenismo religioso. Josué, porém, se
posiciona com firmeza de que ele e sua família serviriam a Yahveh. Será que
nossa família, os líderes de nossas famílias se posicionam assim? Será que a
liderança cristã hoje tem esse posicionamento? Se Josué tivesse vivo hoje seria
enquadrado pelos teólogos liberais e líderes ecumênicos modernos como
“fundamentalista fanático”. O fato é se queremos realmente ser uma família
cristã temos que nos posicionar ou não seremos uma família cristã. Talvez você
esteja se perguntando como é que se forma a base espiritual dessa família e
como ela se torna diferenciada?
O texto de Josué 24.15 revela-nos o embrião da
revelação de Deus ao homem que nos fornece essa base e esse diferencial para a
família cristã, vejamos:
quarta-feira, 1 de maio de 2013
SER CRISTÃO
Texto: Lucas 9:57-62
Cristão é uma palavra que vem do grego “christianos”
que quer dizer: seguidor de Cristo. “Ser cristão” é evidentemente isso: ser um seguidor de Jesus. Ela surgiu
pela primeira vez em At.11:26 como “cristãos”: seguidores de Cristo.
Posteriormente ocorre mais duas vezes como “cristão” (no singular): seguidor de
Jesus em At.26:28 e 1Pe.4:16.
Com o passar dos séculos o cristão vem sendo confundido com
alguém bem distante da realidade de quem SEGUE Jesus Cristo. E tornou-se alguém
que segue uma denominação evangélica ou alguém que segue determinada crença.
Todavia, as palavras de Jesus jamais passarão, ele disse: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. (Mt.24:35).
O Espírito Santo de Deus, aquele que ficou encarregado de ser o vigário de
Cristo na Terra, conforme Jesus assim determinou: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que
esteja para sempre convosco”. (Jo.14:16). Ele está conclamando a todos os
verdadeiros cristãos a atenderem as palavras de Cristo. Dele Jesus disse: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem
o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar
de tudo o que vos tenho dito”. (Jo.14:26) E se colocarem a refletir e se
dispor a viver o que Cristo propôs a todos aqueles que queriam segui-lo: “Seguir-te-ei
para onde quer que fores”. (Lc.9:57b). A todos aqueles que querem SER CRISTÃO!
Você quer ser cristão? Então vamos lá:
quinta-feira, 4 de abril de 2013
A VINDA DE JESUS E O SEU SIGNIFICADO
TEXTO: 1Pedro 3:1-18
A história da humanidade é pontuada em
vários acontecimentos e não se sabe ao certo o que virá. Todavia, a Palavra de
Deus pontua acontecimentos fundamentais da humanidade e sim sabe onde vai
chegar. São eles: Criação, Queda,
Redenção e Consumação. Deus criou todas as coisas, deixou tudo o que era
necessário para a humanidade. Porém, a humanidade caiu em desobediência, perde
comunhão com esse Deus criador. Então, Deus providenciou o salvador que é Jesus
Cristo. Ele veio conviver conosco e nos trazer a redenção de nossa queda.
Levando ele a culpa da queda em nosso lugar: “o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou
por causa da nossa justificação.” (Rm.4:25). E agora nos dirigimos para a
consumação. Cada dia nós vamos vendo o fim do túnel. Os sinais vão aparecendo a
nossa frente como se fossem placas de trânsito quando estamos na estrada nos
dirigindo para um lugar. E é nessa direção que todos caminhamos, para a
CONSUMAÇÃO. Falar da volta de Cristo é falar sobre a consumação, o fim. Muitos
pensam que o fim é quando morremos. Hipótese enganosa! Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve
a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em
juízo, mas passou da morte para a vida”. (Jo.5:24). Também disse: “Não temais os que matam o corpo e não podem
matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a
alma como o corpo”. (Mt.10:28). Ele nos conta a história do Rico e de
Lázaro, o mendigo. Relatando claramente a vida após a morte. O restante da
Bíblia Sagrada nos relata o mesmo: Ec.12:7; Hb.9:27; Ap.6:9,10. O testemunho
das Escrituras nós somos mortais quanto ao corpo: Rm.6:12. Em fim, a consumação
de tudo não é a morte, nem muito menos a do corpo, mas A VOLTA DE JESUS CRISTO.
Ele disse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o
Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim”. (Ap.22:13).
Essa CONSUMAÇÃO é retratada pelo
apóstolo Pedro de forma brilhante. Ele nos deixa em sua carta uma excelente ministração
sobre a volta de Cristo. Contendo ela:
quarta-feira, 6 de março de 2013
OS GRANDES DESAFIOS DO CRISTIANISMO
Texto inicial: 1Samuel 17.1-11; 24-37;
41-50.
O que nós temos como desafio? Imagine agora o que pode ser ameaça para
o cristianismo? O movimento homossexual? O islamismo? Um ressurgimento do
comunismo? Renúncia de grandes líderes religiosos? As heresias? O ateísmo? As
drogas? Povos não evangelizados? A idolatria? A feitiçaria? Será que essas
questões são realmente alguma barreira que seja tão forte quanto as “portas do
inferno”? Não foram essas portas que Jesus disse que “não prevaleciam contra a
igreja dele? (Mt.18.16). Será que podemos considerar essas questões como GRANDE
DESAFIO DO CRISTIANISMO?
Pode ter certeza, essas coisas são pequenas diante dos GRANDES DESAFIOS
que temos entre nós. Pois os desafios que o Espírito Santo de Deus me
impulsiona a falar, esses sim podem destruir a igreja de Jesus e tornar os
desafios aqui citados muito piores e maiores!
SÃO ELES...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
AVIVAMENTO NO REINADO DE EZEQUIAS
Texto base: 2Reis 18.1-7
O que
é avivamento?
É “um despertar” para
as coisas relacionadas a Deus de forma substancial, transbordante na vida do
cristão e da igreja e impactante na sociedade.
Quando o rei Ezequias começou
a reinar, a situação no povo judeu era: de confusão de fé; perca de comunhão
com Deus, reino dividido: Israel e Judá, o reino de Israel havia sido dominado
pelos Assírios (2Rs.17.6). A terra de Samaria, em Israel tornou-se um lugar de
culto ecumênico (2Rs.17.33, 41). Estratégia criada pelo monarca assírio
Tiglate-Pilser III. Ele transportava cativos de outros reinos para um reino e
enviada os cativos desse reino para outros reinos, fragilizando assim a
possibilidade de rebelião dos povos dominados. Só restava o reino de Judá, no
qual Ezequias tornou-se rei. Todavia, o reino de Judá também se comportava como
o reino de Israel (2Rs.17.19). E o seu fim chegava também como o do reino de
Israel (Is.10.11).
Podemos presenciar
indícios claros de avivamento no reinado do rei Ezequias, rei de Judá. Dentre
eles, constamos:
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
QUEBRANDO A CASCA DA RELIGIOSIDADE
"Todos os que querem ostentar-se na carne, esses vos constrangem a vos circuncidardes, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Pois nem mesmo aqueles que se deixam circuncidar guardam a lei; antes, querem que vos circuncideis, para se gloriarem na vossa carne. Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo. Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura". Efésios 6.12-15
Subestimamos a religiosidade pensando que seja tal fácil assim de quebrar. A casca da religiosidade não é como casca de ovo, não. A casca da religiosidade é difícil de ser quebrada. É que nem o coco. Tem um monte de camada sobre ele até que realmente possamos chegar na verdadeira essência de Deus.
Nos focamos em tantas coisas na religiosidade e esquecemos o que é mais importante, em alguns casos da religião, nem se quer sabe-se o que é mais importante, porque a própria religiosidade não leva à isso, porque desconhece a verdadeira revelação. Não passa de uma filosofia humana. Cheia de ritos e tradições...
Todavia, o apóstolo Paulo se descompromete da religiosidade onde se encontrava e parte para aquilo que ele descobriu de ser mais importante. Pois, ele contemplou pessoalmente o autor desta graciosa experiência: Jesus Cristo (ver Atos 9). Depois desse encontro maravilhoso com Jesus, o apóstolo Paulo soube que a religiosidade de nada valia, e que devia ser quebrada, nem que o próprio Senhor fizesse isso. E fez!
Assim, nesse texto que ele escreve aos cristãos de Gálatas, deixa para nós essa grande mensagem: que precisamos quebra a casca da religiosidade. Vejamos:
sábado, 3 de novembro de 2012
A INUTILIDADE DE UMA VIDA RELIGIOSA
Texto bíblico:
Mateus 12.43-45
A vida religiosa tem cada vez mais sido destacada pelas religiões mundiais. Há uma super valorização do mundo hoje do ser religioso. Enquanto que no passado próximo, na era moderna, a religião era algo desprezível, por ênfase que aquela geração dava à razão, hoje na era pós-moderna, a religião se tornou valorizada. Até os ateus sentem-se mais agnósticos do que propriamente “descrentes” ou “incrédulos”. Todavia, essa exaltação da religião não resolve o dilema humano de sua perca de comunhão com Deus.
Quando Jesus veio ao mundo, ele foi o plano e o propósito de Deus para
que a humanidade voltasse para Deus (Lc.19.10; Jo.3.16; 8.36). Todavia, foi a
religiosidade que mais atrapalhou Jesus. O contexto da passagem que cito aqui
nos revela isso. Onde os próprios religiosos acusavam Jesus de que ele estava
endemoninhado (idem v.24). Mas, Jesus lhes dar uma réplica revelando o lado
podre da religiosidade: o charlatanismo (idem v.27). Já conhecido por muitos e
relatado em At.19.13-15. O fato é que no texto que temos para ministrar vemos Jesus
se defender revelando os fracassos da religião e mostrando-se Ele próprio como
a solução para salvação, libertação, restauração do ser humano.
Jesus vai relatando em todo o seu discurso do contexto dessa mensagem
quem ele era, e que os religiosos estavam resistindo-lhe confiando em suas
próprias obras, temos como exemplo disso as frases: “Raça de víboras, como
podeis falar coisas boas, sendo maus?” (idem v.34). “Ninivitas se levantarão,
no Juízo, com esta geração e a condenarão; porque se arrependeram com a
pregação de Jonas. E eis aqui está quem é maior do que Jonas”. (idem v.41). “A
rainha do Sul se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará; porque
veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está
quem é maior do que Salomão”. (idem v.42).
Quando chegamos ao texto onde vamos refletir, Jesus mostra aos religiosos
de sua época o quanto era inútil o exorcismo que faziam e o cuidado religioso
que tinham. Vejamos:
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
RESGATANDO OS ALICERCES DA FÉ CRISTÃ PARA QUE OUTROS POSSAM VIVER
Texto base:
Mateus 16.13-20
A
necessidade de se evangelizar, fazer missões, cumprir o IDE que Jesus nos deu,
só vai ter relevância se entendermos o que se diz aqui nessa passagem. Pois, as
intenções poderão ser outras, ou até mesmo não existirem. Jesus toca na questão
primordial: qual será a motivação de vocês? Porque eu sou um profeta ungido?
Porque sou como Elias? Como João Batista? Jeremias? Se em alguns dos discípulos
não fosse despertado a confiança de quem verdadeiramente ele era, não faria
sentido comissioná-los posteriormente para fazerem alguma missão.
Vejo que a
disposição para cumprir o VÁ (ide) dado por Jesus em Mateus 28.19; Marcos 16.15,16
e ainda Lucas 24.46-48; tem seu nascimento nessa passagem. Não fará nenhum
sentido e para muitos não tem feito por causa de uma visão já pré-formada pelo
tradicionalismo eclesiástico do que se diz nessa passagem. De fato entender o
que se quer dizer aqui mudará nossa postura para a vida da igreja e a sua
missão!
sábado, 1 de setembro de 2012
OS PLANOS DA ONU PARA UMA NOVA ORDEM MUNDIAL
OS PLANOS DA ONU PARA ESTABELECER "UM NOVO GOVERNO MUNDIAL" VEM SENDO IMPLANTADO A DÉCADAS VAGAROSAMENTE PARA OS INCAUTOS NÃO DESCONFIAREM DE NADA.
A matéria da revista DEFESA DA FÉ edição 2002 número 46 já alertava o que hoje (10 anos depois) já tem mais força. Vejamos os pontos da matéria:
Os planos da ONU para estabelecer esse novo governo...
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
BUSCANDO A LIBERTAÇÃO
Não tem como desassociar a obra de “libertação” de “salvação”. A palavra hebraica “yeshua’ah” quer dizer as duas coisas. O patriarca Jacó clamou a Yahveh: “A tua salvação espero, ó SENHOR!” (Gn.49.18). Antes da escravidão egípcia Jacó já previa tempos difíceis para seus filhos e sua nação. Mas, a sua esperança estava na libertação de Yahveh. No Novo Testamento, grego, contem a palavra “soteria” que quer dizer “livramento, preservação, segurança, salvação”. Presente na oração de agradecimento dada pelo sacerdote Zacarias, pai de João Batista: “Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação na casa de Davi, seu servo”. (Lc.1.68,69).
Jesus Cristo, onde o seu próprio nome quer dizer “Yahveh é salvação”. Do hebraico “Yehovshua” ou “Yeshvshua”. Onde passa para o Novo Testamento grego transliterado “Iesous”. Ele como autor da plena e poderosa salvação. Apresentou a fonte de toda escravidão humana: o pecado. Foi Ele disse: “... todo o que comete pecado é escravo do pecado”. (Jo.8.32). E disse ser ele próprio a solução para o livramento, a libertação da escravidão: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (idem v.36).
O QUE TEMOS QUE FAZER PARA SE LIBERTAR DA FONTE DE ESCRAVIDÃO HUMANA, ONDE DAR ORIGEM A TODAS OUTRAS ESCRAVIDÕES?
Uma vez que todas as misérias do mundo vêm por conseqüência disso, não podemos vacilar na resposta e nem apresentar aqui paliativos. Ou nem muito menos tentar acertar em escravidão de terceiros. Precisamos ir à fonte da escravidão e trazer a libertação. O profeta Jeremias exclamou: “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados”. (Lm.3.39).
Vou me basear inteiramente no livro de Êxodo para trazer aqui as respostas e aplicações necessárias para subsidiar essa nossa pergunta. Vejamos:
Em Êxodo 2.23-25, respostas e aplicações:
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