sexta-feira, 26 de junho de 2026

O AMOR DE DEUS E NOSSA DECISÃO

 


“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus”. João 3:16-21 | ARAO amor de Deus se revela na pessoa de Jesus como um amor inexplicável, o qual não há como mensurar. Quando Jesus relatou isso a Nicodemos, Ele trouxe a mais profunda mensagem da Bíblia Sagrada, transcendendo tudo o que Nicodemos sabia acerca de Deus e das Escrituras que ele conhecia.

O comentarista bíblico William Barclay diz o seguinte sobre essa passagem:

"Deus não agiu para satisfazer seu desejo de poder. Não agiu para criar um universo submisso. Ele o fez para satisfazer seu amor. Deus não é como um monarca absoluto que trata cada homem como um súdito ao qual se deve reduzir a uma obediência mecânica, movida pelo medo ou imposição. Deus é o Pai que não pode sentir-se feliz enquanto seus filhos extraviados não voltam para casa. Deus não submete os homens pela força; suspira por eles e os conquista, apaixonando-os."

No versículo 16, encontramos que Deus amou o mundo — todas as pessoas, não importando quem sejam, independentemente de haver interesse mútuo em amá-Lo ou não; tanto os entregues à iniquidade quanto os mais resilientes, Ele amou a cada um. O Seu amor é incondicional e sacrificial. A finalidade do envio de Jesus foi salvar todo aquele que nEle crê. Devemos responder a esse amor com gratidão e fé genuína.

Nos versículos 17 e 18, constatamos que Jesus veio ao mundo para salvá-lo. Está implícito no texto que a humanidade, por si só, já se encontra em estado de condenação, e Ele manifesta-Se como o livramento dessa condição.

A salvação está disponível para todos, mas exige fé em Cristo. Quem nEle crê não é condenado; mas quem não crê já está condenado.

Nossa segurança eterna não repousa em nossos próprios esforços, mas na confiança irrestrita em Cristo.

Nos versículos 19 a 21, observamos que a condenação não decorre da falta de amor de Deus, mas da rejeição à luz. No contraste entre as expressões "praticam o mal" e "pratica a verdade", evidencia-se que a inclinação natural do homem decaído converge para as trevas. Todavia, mediante a graça de Deus, a verdade — que é Jesus e o plano de salvação — é exposta a todos. Contudo, subsistem aqueles que evitam a luz, preferindo as trevas, e aqueles que se aproximam da luz, optando pela verdade.

Praticar a verdade não significa atingir a perfeição impecável, mas aceitar e viver com um coração sincero diante do Senhor, buscando andar conforme a Sua vontade, sob o auxílio divino. Em vez de fugir, essas pessoas aceitam a correção e a transformação que a luz da graça proporciona (Tito 2:11-13).

De que lado você está? Dos que praticam o mal ou dos que praticam a verdade?

Você corresponde a esse amor de Deus? Ele jamais compeliria o ser humano a devotar-Lhe um amor programado ou produzido de forma determinista por Seu poder; antes, anseia por um amor que responda ao Seu próprio amor de modo livre e espontâneo, iluminado por Sua graça.

Caro amigo, escolha amar a Deus, escolha crer e receber Jesus, pois Deus escolheu, por amor, dar o seu filho Jesus para nos receber, isso decide o nosso destino na eternidade; e Deus é sabedor de todos os que de fato creem e permanecem.

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