quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

VERDADES DA SAGRADA FAMÍLIA PARA TODAS AS FAMÍLIAS DA TERRA





















Texto base: Mateus 2.9-12
"Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra".

Assim como foi vivido na família de Jesus, todas as famílias da terra devem crer e anunciar estas verdades:

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

VERDADES VIVAS










Existem certas verdades que não trazem relevância a vida, apesar de serem verdades. Como por exemplo, a notícia de que alguém ganhou na mega-sena. Não deixa de ser uma verdade. Contudo, com o passar do tempo esta verdade não terá consistência na vida. A verdade viva é aquela que continua presente, mesmo com o passar do tempo. Ela não se desgasta, pelo contrário, se fortalece a cada dia. E eu gostaria de falar aqui sobre algumas destas verdades vivas.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

JESUS MESSIAS SALVADOR















Texto: Trechos do profeta Isaías

Quando falamos de Jesus dentro do Novo Testamento nos sentimos em casa. Para todo bom cristão os evangelhos são como pão já passado com manteiga. Contudo, nos sentimos desafiados a falar de Jesus também dentro do Velho Testamento. E nesta perspectiva quero apresentar Jesus Messias Salvador.

Percorrendo todo o Velho Testamento descobrimos uma fonte que sacia nossa sede. Encontramos um evangelho ousado. Fora da sua época, um homem cheio da glória de Deus, consegue vislumbrar a mensagem daquele que seria o Salvador do mundo. Ele revelou detalhes da vida de Jesus como se estivesse vivendo ao lado dele.

Isaías era um aristocrata de nascimento, bem educado e por chamado divino tornou-se um proclamador dos oráculos de Deus. Ele foi instrumento escolhido por Deus em Jerusalém. Era casado, tinha dois filhos. E de acordo com a tradição, Isaías foi martirizado, tendo sido serrado pelo meio. O livro do profeta Isaías foi escrito aproximadamente no ano 745 a.C. Ele exerceu o seu ministério por um período de mais de quarenta anos, de 740 até depois de 701 a.C.

Vejamos algumas revelações do evangelho de Cristo na boca do profeta Isaías:

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A TRANSFORMAÇÃO CAUSADA POR DEUS NA VIDA DE UM HOMEM


















TEXTO BASE:
"No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo. Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória. E as bases dos limiares moveram-se à voz do que clamava, e a casa se enchia de fumaça. Então disse eu: Ai de mim! pois estou perdido; porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio dum povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos! Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com a brasa tocou-me a boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado o teu pecado. Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim". (Isaías 6.1-8).

Diferente das outras religiões. O cristianismo verdadeiro é marcado não por rezas, celebrações, rituais, imagens de esculturas, símbolos ou objetos de culto. Mas por vidas transformadas. Pela ação de Deus na vida de homens e mulheres que abriram seus corações para Jesus.

Quando praticado como deve ser, o cristianismo torna-se singular dentre todas as religiões. No entanto, quando negligenciado será apenas mais uma religião.

A transformação causada por Deus na vida de um homem (ou mulher) o torna:

sábado, 4 de outubro de 2008

PRODUZINDO FRUTOS DIGNOS DE ARREPENDIMENTO




















“Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível”. (Mateus 3.7-12).

A terminologia da palavra “fruto”, dentro do contexto da passagem que lemos, nos dar o significado de: “Resultado, conseqüência”. João Batista dirigiu-se especificamente aos fariseus. Pois “aparentemente” falavam de Deus, confessavam a Deus, mas não se via frutos que realmente comprovassem que eles eram amigos de Deus. Por isso João Batista os acusava de não produzirem frutos dignos de que verdadeiramente andavam com Deus.

Em nossos dias está acontecendo algo semelhante. As pessoas falam que são de Deus, que já aceitaram Jesus. Entretanto, pouco se vê os frutos de tudo isso. Francamente não me admiraria se João Batista estivesse vivo hoje e nos chamasse de “raça de víboras”. E uma pergunta que ele fez não me deixa calar aqui: “Quem vos ensinou a fugir da ira futura?”. João Batista se referia a presunção dos fariseus e dos saduceus de que por serem filhos de Abraão estariam salvos ou livres do juízo de Deus. Não podemos presumir que uma simples confissão de aceitar a Jesus Cristo vai nos garantir alguma salvação. Temos que produzir frutos dignos de arrependimento. Podemos ver que a teologia de João Batista tinha um foco bem radical: “não há salvação sem evidências”.

Esses frutos ou evidências de que alguém está em Cristo precisam ser identificados. Por isso eu levanto aqui alguns que percebo:

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

PASSAGEIRO DAS BOAS NOVAS
















Texto: Atos 8.26-38

Abrimos a nossa TV e convidamos todo tipo de gente a entrar em nossas casas trazendo várias notícias. Na internet, revistas e livros também fazemos o mesmo. Na caminhada de nossas vidas carregamos todo tipo de passageiro. Mas, quem já se deparou com um passageiro de boas novas? Se você só tem recebido notícias ruins. Se todos os meios de comunicação que você usa só te trazem desapontamento. Chegou a sua vez de me receber como este passageiro. Pois trago-lhe boas novas:

terça-feira, 12 de agosto de 2008

O PODER DO EVANGELHO NA RESTAURAÇÃO DAS FAMÍLIAS





















Texto: "Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego". Romanos 1.16

Quando vejo os jornais trazendo notícias de violência no lar, de pessoas matando outras, de lares sendo destruídos pelo alcoolismo e pelas drogas, fico triste e lamentando profundamente. Porque sei que se o evangelho fosse para dentro dessas famílias elas não acabariam assim deste jeito. Porque sei que se o evangelho entrar em um lar destes a história seria outra.
Até nós mesmos, que se dizemos cristãos, subestimamos de mais o evangelho, alguns até mesmo se envergonham de anunciá-lo. Muitos de nossos irmãos em Cristo não são tão convictos assim como deveriam. A fé que era segundo a Bíblia “a certeza” transformou-se para alguns em incertezas (Hb.11.1).

Entretanto, o evangelho de Cristo continua com o seu poder inigualável. Eu desafio a qualquer religião aqui no Brasil, a possuir alguma mensagem tão transformadora como a de nosso Senhor Jesus Cristo. O poder do evangelho de Jesus tem sido tão grande, que influenciou até as constituições dos países, trazendo benefícios nas áreas sociais, morais e espirituais. A cultura ocidental só tem o conhecimento de liberdade e democracia as custas do evangelho de Jesus. Em fim, precisamos verdadeiramente descobrir o “poder” que temos em nossas mãos. Que é capaz de mudar a história triste e miserável de várias famílias.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

ESCOLHA ACREDITAR EM DEUS



Textos fundamentais:

"Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos". Números 13.31-33.

"E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa. Se o SENHOR se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o SENHOR e não temais o povo dessa terra, porquanto, como pão, os podemos devorar; retirou-se deles o seu amparo; o SENHOR é conosco; não os temais". Idem 14.6-9

As opiniões das pessoas são muito variadas. Em meio a um grupo como o nosso aqui, podemos tirar várias opiniões divergentes e convergentes. Podemos olhar para uma obra de arte e tirar dela várias opiniões. Ou seja, o ser humano tem essa característica que o faz singular. Entretanto, essa característica quando relacionada com a revelação de Deus poderá causar um prejuízo irreversível na sua vida (Jo.5.37-47). Devemos atentarmos para o assunto. Uma coisa é você dar uma opinião acerca disto ou daquilo sem ter que fazer escolhas, outra coisa é você ter que tomar uma decisão precedida de opiniões divergentes. Você corre o risco de tomar uma decisão errada...

Certa vez estava eu evangelizando em uma casa de amigos de infância. E lá falei uma meia hora sobre o evangelho de Jesus. E ao terminar eu disse: “vocês têm o direito de não acreditar em nada do que falei aqui. Mas também fiquem sabendo que se tudo isso for verdade vocês serão frustados por toda a eternidade. Pois tiveram a chance de conhecer este Deus e desfrutar dos seus benefícios ofertados com preço de sangue da cruz e esta oferta foi rejeitada por uma simples opinião.” Só sabemos o tamanho da responsabilidade de nossas opiniões quando estas são levadas para a luz da decisão! Por isso muitas pessoas vão adiando para um amanhã incerto decisões que são de vital importância (Pv.27.1). E não podemos esquecer que “adiar” também é uma opinião baseada em decisões pré planejadas. Na verdade ninguém fica “em cima do muro”.

Vamos refletir sobre os textos lidos:

sexta-feira, 18 de julho de 2008

JESUS QUER ENTRAR NA TUA VIDA



Texto base: Mateus 21.1-13

Não tinha como alguém de Israel ir a Jerusalém e não ir ao templo. Seria uma blasfêmia tal omissão. Jesus era conhecido em toda a Galiléia, mas faltava-lhe espaço em Jerusalém. Lá se encontrava Herodes, o filho daquele que ordenou a morte de todas as crianças com o intuito de matá-lo e lá se encontrava os religiosos que pregavam a salvação por meio de obras. Não era nada fácil para Jesus, em ser quem era, entrar em uma lugar que já tinha rei e que já tinha uma fé. Um rei sem justiça e da capacidade de salvar nem a si próprio. Uma religião que se havia corrompido por dogmas humanos e hipocrisia.

Assim disse Jesus: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada”. Jesus entra em nossa vida para que ela não seja mais a mesma! Creio que a entrada de Jesus em Jerusalém é uma ilustração idêntica de Jesus entrando na vida de uma pessoa. Tudo o que ocorreu nesse fato narrado, ocorre com cada pessoa que recebe a Jesus como seu Salvador. Todos os impedimentos de Jesus vir a Jerusalém são os mesmos impedimentos de Jesus entrar na vida de alguém.

Entretanto, Ele diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

VOCÊ ANDA EM QUAL CAMINHO?











"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim". João 14.6. "Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito; a promessa do Senhor é provada; ele é um escudo para todos os que nele confiam". Salmos 18.30

A nossa vida é cheia de caminhos. Tanto caminhos abstratos como caminhos reais. Quando saímos de casa já temos uma estrada diante de nós para tomarmos. As nossas fases da vida vêm seguidas de caminhos a seguir: o caminho da escola, o caminho do casamento, o caminho da faculdade, o caminho do trabalho. E há caminhos também muitos perigosos: o caminho das drogas, o caminho do alcoolismo, o caminho da prostituição, o caminho do crime. Todos sabemos que temos sempre diante de nós caminhos para trilharmos, e sabemos também que para cada caminho que nos depararmos temos o poder de escolha. Exceto o caminho da morte, pois todos cedo ou tarde iremos trilha-lo.

Acima desses caminhos há o caminho mais sublime e mais relevante de todos: o caminho de Deus (Jesus). Esse caminho supera a todos os caminhos de nossa vida. E é preciso que venhamos discernir se estamos neste caminho. Porque é o único caminho que nos leva a redenção: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. É através deste caminho que quando nos deparamos com o caminho da morte ele nos conduzirá seguro a presença de Deus (João 5.24). Todos os caminhos de nossa vida se vão, mas o caminho de Deus permanece. Daí a sua grande importância.

Entretanto, as pessoas muitas vezes dizem ou pensam que estão no caminho de Deus, mas de fato não estão. Por exemplo:

domingo, 22 de junho de 2008

A MANIFESTAÇÃO UNIVERSAL DA GRAÇA DIVINA











"Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras". Tito 2:11-14

As palavras "graça" (favor, ato de clemência, etc.) e "salvar" (pôr a salvo, livrar de algum perigo, etc.), estão presentes na Bíblia Sagrada porque Deus escolheu assim proceder para conosco. Não existe algo tão claro na Bíblia do que estas duas palavras. Depois de nos revelar que Deus criou o universo e tudo que nele há; que o homem criado havia desobedecido; que esta desobediência trouxe conseqüências que até hoje perduram; que este Deus, mesmo depois do homem ter caído, procura trazer leis para moralizar este homem caído; que este homem caído mesmo em meio a tantas leis não é capaz de obedecê-las. A Bíblia nos revela finalmente que...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

JESUS E A TRADIÇÃO JUDAICA



Texto da Bíblia: Marcos 7.1-23
Desembarcando em Genesaré percorriam toda aquela região junto ao mar da Galiléia curando todos os enfermos que o procuravam. E por ali, os fariseus e alguns mestres da Lei vindos de Jerusalém reuniram-se com Ele. Não se sabe exatamente o motivo de lhe procurarem, mas podemos ver alguns:

Jesus influenciava as multidões com seus ensinamentos, tarefa que eles faziam; Jesus falava da Lei como quem tem autoridade e não como eles, na época quando se encontrava alguém superior faziam-lhe mestre ou rabino; Jesus fazia milagres, prodígios, curava os enfermos, expulsava os demônios, tinha atitudes de misericórdia, fé, amor e fazia a interpretação da Lei de maneira sábia e coerente, tudo isso desafiava os ritualismos, tradições e interpretações impostas por eles.

Tudo indica que eles queriam ser discípulos de Jesus, como alguns foram, ou apenas matar a curiosidade, ou talvez queriam se aliar a Jesus, já que não podiam com Ele, pelo menos unir-se a Ele. Entretanto qualquer que fosse destas intenções muitos deles ficavam impedidos de prosseguir, pois eram fiéis seguidores das tradições, que Jesus considerava “doutrinas de homens” e que “invalidavam” a Lei de Deus e a maioria acabava na verdade como inimigos de Jesus.

Os fariseus, um dos principais grupos religiosos dos judeus, seguiam e pregavam a “Lei oral”, uma junção de todos os mandamentos contidos no Pentateuco com os costumes judaicos, chamavam-na de “tradição dos anciãos”. Eram convencidos que possuíam a correta interpretação da Lei(torah) e afirmavam que a tradição dos anciãos vinham de Moisés e desde o Sinai. Os mestres da Lei, conhecidos como “escribas”. Afirmavam que a “Lei oral” ou “tradição dos anciãos” era mais importante do que a Lei escrita. Por meio de seus esforços a religião da época ficou reduzida ao formalismo, e não atingia o coração. Eram técnicos no estudo da Lei de Moisés e se utilizando de suas técnicas cercaram-na de interpretações, ajustes e suplementos que se transformavam em verdadeiros fardos pesados que nem eles podiam levar, em dogmas religiosos e doutrinas de homens que ofuscavam o brilho da Palavra de Deus.

domingo, 1 de junho de 2008

EM QUEM CONFIAREMOS?



TEXTO: "Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR! Porque será como o arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem; antes, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações". (Jeremias 17.5-10 ).

As pessoas estão cada vez mais incrédulas. As décadas se passam e o homem vai pondo cada vez mais a sua confiança em si mesmo e em sua tecnologia. As máquinas vão tomado espaço na vida diária da humanidade, trazendo utilidade e conforto, entretanto, aquilo que deveria ser apenas uma ferramenta, também está se transformando em idolatria e objeto de confiança. O mesmo ocorre em todas as outras áreas.

Na religião, aquilo que deveria ser o homem em busca de Deus ou Deus ao encontro do homem, hoje o homem tem criado a “ego-religião”, o homem em busca de si mesmo, de seus valores, de sua energia, capacidade e etc. Assim, a nossa sociedade vem trocando a sua confiança que deveria ser em Deus para ser em outra alternativa. Do tipo que não lhe cobre tanto, que não o incomode quando estiver errado, que deixe-o continuar sendo o que quer ser.

O texto de Jeremias nos leva a uma comparação de realidades que argumentos humanos não podem refutar. Cada verso do texto que lemos de Jeremias 17.5-10 vamos descobrindo como é bom continuar confiando em Deus. Vejamos cada verso:

segunda-feira, 19 de maio de 2008

JESUS FAZ A DIFERENÇA


TEXTO BASE: "Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença?Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23.39-43 ).

Quando estamos no mesmo barco, no mesmo rumo, e quando o destino é ruim muitas vezes entramos em desespero. Entramos por situações difíceis da vida. Olhamos para o nosso redor atrás de um socorro e só vemos a morte. É fome, guerra, conflito, violência, destruição, corrupção, etc. Olhamos para o nosso semelhante e não vemos esperança. Pelo contrário, o homem vai de mal a pior. Estamos sentenciados ao mesmo destino: a morte. Estamos sofrendo todos juntos como os dois ladrões da cruz. Sofremos como igreja, como família, como cidade, como nação, como habitantes do mesmo planeta. E é nestes terríveis momentos que estamos passando que devemos olhar para alguém especial, que é capaz de fazer a diferença em toda essa situação: Jesus Cristo.

A Bíblia diz que entre os dois malfeitores da cruz, entre os condenados, entre os perdidos para a sociedade, estava Jesus Cristo. Ele é a grande diferença neste mundo em que vivemos. Tê-lo em nossas vidas, em nosso lado. Pois sabemos que ele passou por dores semelhantes as que passamos. E sem merecer. Sofreu, morreu e venceu a morte para nos dar a vida. E uma vida abundante (João 10.10 b). Jesus fez a diferença entre os dois condenados. Ele pode fazer a diferença em nossas vidas também:

sábado, 10 de maio de 2008

DISCERNINDO JESUS



Texto base: "Disse também às multidões: Quando vedes aparecer uma nuvem no poente, logo dizeis que vem chuva, e assim acontece; e, quando vedes soprar o vento sul, dizeis que haverá calor, e assim acontece. Hipócritas, sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu e, entretanto, não sabeis discernir esta época?" (Lucas 12.54-56).

Tenho percebido a facilidade que algumas pessoas têm de discernir certas coisas na vida, outras até absurdas como a “teoria" da evolução que vem sendo passada nas escolas e faculdades como “fato". Fico impressionado como algumas pessoas acreditam em teorias científicas de maneira tão cega, que claramente flagramos elas usando mais a “fé” do que a própria “razão” para concordar com elas. O que tem sido o “calcanhar de Aquiles” para os seus proponentes. O cômico nisso tudo é que a “fé” destas pessoas precisa ser maior do que a nossa própria fé que temos para acreditar em Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor.

A passagem bíblica citada acima nos fala justamente sobre essa facilidade que as pessoas têm de discernir os tempos e as coisas e da dificuldade de compreenderem ou aceitarem a mensagem do evangelho de Cristo.

Do texto base levantamos três reflexões: