terça-feira, 30 de setembro de 2014

A VISÃO DO CRISTO CELESTIAL

Texto: Apocalipse 1.9-20

Quando você pensa em Jesus, como o imagina? Os pintores do passado tentaram retratá-lo. Pois, não havia máquinas fotográficas, celulares modernos, filmadoras. Para que alguém tivesse uma imagem de si próprio teria que ficar muito tempo parado na mesma posição até que o artista pudesse esculpir sua fisionomia numa peça ou num pano.

Era algo também de privilégio de poucos, de ricos ou de pessoas de autoridade. O fato é que os discípulos não puderam gravar nada da fisionomia de Jesus. Sua vida, palavras e obras foram a maior imagem gravada em suas mentes e corações. Uma foto batida pelos olhos, pela grandeza dos fatos que ocorriam diante deles.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

SÓ PARA OS ÍNTIMOS


Texto: João 14.1-18
Sabe aquele momento em que você tem somente com aqueles que são os mais próximos de você? Era esse o momento em que Jesus passa com os discípulos aqui. Um momento particular. E geralmente quando temos momentos particulares com alguém ou com amigos ou familiares tratamos de assuntos de interesse particular do grupo ou da pessoa. Eles estavam ali reunidos para celebrar a páscoa juntos.
Na mesa dessa ceia da páscoa ele mostra como deveríamos tratar uns aos outros quando lava as os pés dos seus discípulos com uma bacia e uma toalha. Sim, ele mesmo, o Rabbi (mestre), lavando os seus pés. Na mesma mesa revela que um deles o trairia, revela que ele iria embora. Ele revelou simbolicamente no pão e no vinho da páscoa o que seu corpo e sangue seria ofertado para estabelecer a nossa redenção e pediu-os para fazer memória dele.
Pedro e os demais ficaram atônitos e perturbados com tantas revelações em uma reunião que era para ser uma noite de paz e de alimentação tranquila, porém, torno-se um jantar de muitas surpresas, de muitas inquietações e desconfiança uns dos outros. Afinal, ele disse abertamente: “Em verdade, em verdade vos digo que um dentre vós me trairá”. (Jo.13.21). E ainda ao Pedro que dizia querer ir com ele e que daria a sua vida por ele revela que o negaria três vezes.
Imaginemos todos, alguém que amamos e seguimos há uns três anos. Passamos toda parte do tempo com ele. De repente em um jantar nos diz que um de nós o trairá que ele vai embora, que seu corpo e sangue seriam derramados. Que até um dos primeiros a ser chamado a acompanhá-lo o negaria?
Diante desse momento de revelações inquietantes, perturbadoras e sem sentido naquele momento. Jesus olha para o semblante de seus rostos e os conforta. É nesse momento que começa o capítulo 14 de João. Um capítulo que trás bálsamo para alma deles e por tabela trás para a nossa também. E é por aqui que Deus vai nos falar.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

domingo, 3 de agosto de 2014

A VISÃO DO TRONO DE DEUS




















Texto central: Apocalipse 4.1-11

Precisamos mais do que nunca dessa visão em nossas vidas. Atualmente, com toda a sedução de secularismo (proposta de vida mundana sem que necessite de Deus). Tá com problema emocional? Te oferecem a psicologia; tá desmotivado ou com dificuldades no viver? Te oferecem auto-ajuda; tá com necessidade espiritual? Te oferecem o ocultismo; tem dúvidas sobre a tua existência? A ciência e razão dão as explicações; quer saber mais sobre a vida? Te oferecem a filosofia; tá precisando de dinheiro? Te oferecem um empréstimo; tá sentido um vazio na alma? Te oferecem o consumo e o entretenimento. Tá doente? Te oferecem um médico. O secularismo te propõe suprir todas as necessidades humanas sem que se precise de Deus.

Também com toda a sedução do pós-modernismo, pensamento da sociedade pautado no humanismo (o homem é o centro de tudo), pluralismo (todas as crenças são aceitas e se entrelaçam), relativismo (não há uma única verdade, mas várias verdades. Não existem absolutos. Tudo é relativo). 

Isso tudo tem levado a humanidade a perca do foco em Deus, da verdade de Deus (que é Jesus), trazendo o homem para o centro, para o trono. E como a igreja se encontra inserida nessa sociedade, o assédio é muito grande. Portanto, a maior necessidade da igreja hoje é ter uma visão do trono de Deus. 

O apóstolo João nos trás lições preciosas para que tenhamos uma visão do trono de Deus. Para que venhamos a resgatar o foco em Deus, em Jesus. Desejo ser bem direto nessa mensagem, para que você entenda e não fiquemos andando em círculos aqui. Então, vejamos:

sexta-feira, 11 de julho de 2014

DISCIPULADO CRISTÃO. A NEGLIGÊNCIA DA IGREJA.


Morte do eu e reprodução. As duas bases do discipulado cristão. O grande problema da igreja evangélica hoje é que não se faz mais discipulado. Resultado: cristão cheios de vontade, senhores de si, senhores de "direitos" e das promessas divinas. Vida dúbia entre o mundo e a igreja. Secularização da vida e abandono dos valores morais e espirituais da fé.

A mensagem do discipulado cristão é um desafio a proposta mundana das altas doses de auto-estima e cobiças humanas do consumismo e imediatismo da pós-modernidade. Fazer morrer o nosso "eu" é extremamente fundamental para que se possa reproduzir um outro cristão de verdade. Hoje, porém, o crescimento e expansão (reprodução) das igrejas locais se dão por outras propostas, do tipo "plano de adesão" utilizado pelas empresas de telecomunicação. Onde o "cliente" é movido pelos "benefícios" e "bônus" que vai ganhar daquela operadora. Daí, o foco do "compromisso" sempre será pautado na oferta e não nos valores do discipulado cristão, nas verdades vivas do santo evangelho de Cristo.

Por isso que o discipulado é tão negligenciado em nossos dias. Não é nada popular hoje falar de morte, renúncia, governo de Deus sobre nossas vidas, serviço cristão, manuseio responsável daquilo que nos foi confiado por Deus.

Esse trabalho de reprodução de um novo cristão leva tempo e morte do próprio discipulador. Pois para que outro discípulo tenha que nascer o discipulador tem que se doar e experimentar essa verdade em sua própria vida primeiro.

Enfim, todos ficam naquele "jogo de empurra" transferindo essa missão universal para terceiros. Como se o discipulado fosse departamento de alguns. Afinal, o que se almeja é permanecer vivo e curtir o que a vida tem para oferecer de melhor.

"Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto". João 12.24

Deus salve a sua igreja

terça-feira, 8 de julho de 2014

PORQUE SE CONSAGRAR?



Texto inicial: Josué 7:1-13

Há tantas coisas pra falar ao cristão, à igreja de Jesus, porque temos que refletir sobre isso? Talvez você diga: “A igreja tem tanta gente doente espiritualmente e de alma, tanta gente carente, pra quê falar sobre consagração? Pessoas precisando de uma palavra de conforto, de ânimo, isso é mesmo necessário ser falado?”

Entretanto, as pessoas não sabem que a consagração de suas vidas para Deus é a real solução para os dilemas e sofrimentos emocionais, materiais e espirituais da igreja de Cristo na terra. Tratar consequências do pecado é como dar remédio para dor, não resolve. O que tem de ser tratado é o pecado (cf. Sl.32:5).

Estão enganados todos os que confundem pecado com doença. Todas as enfermidades do corpo e da alma vêm por causa do pecado. Seja do pecado original ou do pecado pessoal de cada um (cf. Lm.3:39; Sl.38:3; 1Co.11:30; Mc.2:5). Todas as dores do mundo, todas as desgraças resultam do pecado da humanidade. Se há pessoas “mazeladas” na igreja não é tratando seus abalos emocionais ou suas dores de alma que as mazelas irão sucumbir, mas com um verdadeiro arrependimento e perdão que se estanca suas consequências (cf. Hb:12.14-17). E o maior pecado da igreja é este: “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tg.4:17b). Por isso que muitos estão doentes. Que maior bem podemos fazer do que evangelizar alguém ou discipular quem se decidiu recentemente por Cristo?

A consagração visa justamente nos afastarmos do pecado e nos aproximarmos de Deus, visa nos levar a momentos com Deus, visa trazer uma quebra da rotina e da correria da vida para ficarmos com Deus, visa nos trazer saúde espiritual, que reflete na alma e consequentemente o corpo padecerá menos (cf. Jo.10:10).

A consagração é uma atitude responsável do cristão de diligentemente cooperar com a sua santificação pessoal. Falando sobre santificação, Berkhof (2011. P.531) escreveu:

É UMA OBRA DE DEUS NA QUAL OS CRENTES COOPERAM. Quando se diz que o homem participa na obra de santificação, não significa que o homem é um agente independente de ação, como se fizesse em parte a obra de Deus e em parte a obra do homem; mas apenas que Deus efetua essa obra em parte pela instrumentalidade do homem como ser racional, requerendo dele devota e inteligente cooperação com o Espírito. Que o homem precisa cooperar com o Espírito de Deus se deduz: (a) das repetidas advertências contra males e tentações, que claramente implicam que o homem deve agir dinamicamente no empenho para evitar as armadilhas da vida, Rm 12.9, 16, 17; 1 Co 6.9, 10; Gl 5.16-23; e (b) das constantes exortações a um viver santo. Estes fatos implicam que o crente deve ser inteligente no emprego dos meios a seu dispor, para o aperfeiçoamento moral e espiritual da sua vida, Mq 6.8; Jo 15.2, 8, 16; Rm 8.12, 13; 12.1, 2, 17; Gl 6.7, 8, 15.

Levando em conta o que já comecei respondendo aqui, poderemos concluir como resolvido todos os questionamentos feitos nos focando na passagem lida inicialmente. Vejamos:

quinta-feira, 3 de julho de 2014

"JESUS VIRÁ” O QUE ISSO ENVOLVE?


Texto inicial: “Se alguém não ama o Senhor, seja anátema. Maranata!”. (1Co.16.22).

O mundo quase todo celebra o natal. Que segundo alguns defensores da data, o natal é o dia que se faz lembrança ao nascimento de Cristo. Não entrando aqui no mérito dos equívocos: da data do nascimento de Cristo, e da exploração comercial e ecumênica que é feito nessa data, onde Jesus quando não passa de um menino que nunca cresceu ou cai na subjetividade de um mero nascimento da esperança. Também, não com a mesma proporção, uma parte do mundo celebra a páscoa. Que segundo alguns defensores da data, a páscoa faz lembrança a morte de Jesus Cristo. Não entrando aqui no mérito da questão: páscoa judaica ou páscoa católica. Ou na questão do quê os evangélicos têm haver com isso. O fato é que pouco ou quase nada se fala ou se ensina hoje de que Jesus está vivo e deixou promessas claras que voltaria. Podemos conferir a princípio três versos onde temos a constatação desse evento: João 14.1-3; 1Coríntios 11.26 e Atos 1.10,11. A Bíblia apresenta quatro pilares fundamentais da fé cristã: Criação, Queda, Redenção e Consumação. Falar da volta de Cristo é falar desse último pilar da fé: a consumação. Não é por acaso que Jesus diz no livro do Apocalipse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim”. (idem 22.13). 

Portanto, podemos e devemos falar mais da volta de Jesus. E proponho uma pergunta bem sugestiva: “Jesus virá”, o que isso envolve? Creio que a resposta dessa pergunta nos ajudará bastante a entendermos, amarmos e esperamos a vinda de Jesus Cristo.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O DEUS SANTO QUE PRODUZ SANTIFICAÇÃO PLENA





“O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. (1Ts.5.23)

Deus tem o poder santificador sobre nossas vidas. E esse poder é que vai operar em nós através dos benefícios da graça concedidos por Deus em Cristo. O apóstolo Paulo nessa passagem não exige que nos santifiquemos, mas revela o outro lado impossível a nós de realizarmos no processo de santificação. Homem nenhum se santifica sem a graça de Deus. Assim, o início das palavras de Paulo é a resposta divina para o socorro de nossa luta contra o mal, conforme ele pede na carta: “abstende-vos de toda forma de mal”. (v.22). O Novo Testamento revela uma participação divina na santificação do homem, atribuição que no Antigo Testamento se resumia unicamente ao homem, numa luta frustrada pela obediência a Lei divina. E assim, Deus é que santifica e vai santificar o ser humano alcançado por sua graça.

A santificação que procede de Deus vai agindo no cristão de maneira quase não percebida por nós. Se não fosse a Palavra de Deus não saberíamos como. Vejamos:

quarta-feira, 2 de abril de 2014

DESCOBRINDO QUEM SOMOS (uma mensagem para todos os cristãos).



A maior dificuldade da igreja de Cristo ser impactante como deveria ser nesse mundo é a descoberta de quem somos quanto povo de Deus. E não só a descoberta, mas a concretização dessa descoberta na vida prática da igreja. Imagine você se todas as congregações espalhadas pelo Brasil e mundo a fora tomassem realmente posse de sua identidade como a Bíblia assim declara a igreja de Cristo ser? Imagine uma igreja local vivenciando, concretizando, pessoa a pessoa, as declarações bíblicas de quem somos? Pode ter certeza, o Diabo conspira contra nós para que não venhamos a alcançar isso. O mundo não quer e planeja de tudo para que não sejamos o que devemos ser. Até mesmo alguns que estão entre nós conspiram para que não venhamos a ser o que temos de ser. Todos, exceto Jesus, conspiram contra nós para que venhamos a permanecer numa postura amistosa, neutra e omissa quando aquilo que deveríamos ser. Pode ter certeza disso.

Mas, Deus é maior. Ele é o rei do seu reino. E aqueles que estiverem sob o seu domínio, não vão durar muito tempo nessa inércia. Assim, creio eu. Jesus é o verdadeiro dono da igreja. E ele há de despertá-la, como sempre fez no decorrer da história, e em nossa geração não vai ser diferente. Creio que vontade divina e a responsabilidade humana caminhando juntos, uma igreja local na redondeza, bairro, cidade, estado, nação e mundo ao seu redor sofrerão um impacto poderoso de salvação e temor de Deus.

A grande questão é descobrir o que somos, não apenas uma descoberta intelectual ou informativa, mas uma descoberta pessoal, vivencial, experimental de ser igreja de Cristo. Que, por pertencer a ela, se descobrir o seu potencial como tal. E como disse anteriormente, os inimigos de Deus, conspiram para que não tenhamos essa descoberta intima e pessoal. Meu desejo é que ao passarmos pelos textos bíblicos que vou citá-los aqui possamos receber com fé e com disposição de alma para o que será semeado através do poder da Palavra de Deus pregada aqui.

sábado, 1 de março de 2014

O AGIR DE DEUS E A RESISTÊNCIA DO MAL















Texto base: Marcos 5.1-20

Os discípulos estavam indo pelo mar da Galiléia em direção da região de Gadara e se deparam com uma forte tempestade. Jesus, inusitadamente, aparece a eles no meio da tempestade, e põe fim nela. Ao desembarcarem na “terra dos gerasenos” logo veio ao encontro um homem possesso de espírito imundo. No confronto, Jesus interroga ao demônio qual era o seu nome. “Legião”, a resposta mostrou o quanto agia o mal sobre aquele homem possesso. Nos regimentos militares romanos, uma legião equivalia aproximadamente em 6 mil soldados. Imagine o quanto o mal se une para fazer resistência ao agir de Deus. Embora essa quantidade de forças do mal empenhada, Jesus não estava ali para perder a sua viagem. Diante dessa batalha espiritual podemos retirar grandes lições para nossa vida. Entre elas:

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O PODER DIVINO É TRANSFORMADOR E TRANSBORDANTE


 Texto principal: Atos 10.1-8, 17-24, 44-48; 11.1-26
 
Muito se fala do poder de Deus, do poder do Espírito Santo, mas pouco se constata a transformação e o transbordar desse poder. Lembro-me agora do profeta Elias diante dos profetas de Baal no monte Carmelo. Quando Elias preparou o seu altar, mandou cavar valas e colocar água. Mandou jogar água sobre o holocausto e sobre o altar. Elias clamou e desceu o poder de Deus em fogo. Consumiu o holocausto e consumiu a água da vala. Deus quando age de verdade, não há possibilidade alguma dele ficar apenas no superficial, numa região, num povo, numa turma, numa cultura ou na esfera religiosa. Quando Deus age, esse agir transforma e transborda ao ponto de alcançar outras áreas da vida e outras culturas.
 
Em nosso texto principal, temos essa realidade do agir transformador e transbordante do poder divino. Que através desta mensagem possamos entender mais profundo o que seja poder divino.
 
Temos aqui Pedro, alguém muito focado em sua religião e seus costumes. Depois nos aparece Cornélio, uma pessoa que apesar de seus atos de caridade, precisava de salvação. Alguém de outra cultura, fora da esfera religiosa de Pedro. Temos ainda os demais não judeus, a família e amigos e Cornélio. Os discípulos que haviam sido dispersos por toda a região da Fenícia, Chipre e Antioquia, mas não anunciavam a palavra para eles. Porém, apenas aos judeus. Mas, temos também, alguns deles que eram de Chipre e de Cirene que foram até Antioquia, mas pregavam também aos gregos. Temos também a alegria de Barnabé que, ao tomar conhecimento das coisas que acontecem entre os gentios e partiu atrás de Saulo (Paulo) e encontrando-o, trás para Antioquia onde lá ensinam o evangelho a numerosa multidão. DEPOIS DE TUDO ISSO, eles foram, pela primeira vez, chamados de Cristãos.
 
É nesse cenário de grande transformação, resultado do poder divino que transborda onde vamos meditar em algumas lições que foram retiradas do texto principal.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O ALCANCE DA VIDA ETERNA


Texto: Mateus 19.16-26

A vida eterna não é um assunto tanto popular na igreja evangélica moderna (entre os neo-evangélicos), o motivo nós já sabemos: se prega hoje uma mensagem focada na vida terrena. Todavia, esse assunto foi citado 43 vezes no Novo Testamento e 02 vezes no Antigo Testamento. Isso fora as associações ao assunto de forma indireta. O que de fato merece toda a nossa atenção. Lembro-me das palavras do apóstolo Paulo quando já havia pessoas desse tipo, que se importam mais com a vida terrena do que com a vida eterna; e nisso se tornam inimigos da cruz de Cristo. Pois a promessa da cruz é a vida eterna. Ele escreveu: “... são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas. Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas”. (Fp.3.18-21).

A vida eterna é, à luz da Bíblia, uma esperança de que a morte será vencida com o advento da ressurreição e viveremos para sempre na companhia de Deus em Cristo Jesus. São várias as passagens bíblicas que falam disso, eu poderia ficar citando todas elas aqui, mas o meu objetivo é entregar a mensagem que Deus me deu. E por falar na mensagem, façamos algumas perguntas: É possível alguém alcançar a vida eterna? O ser humano pode ter a vida eterna obedecendo aos mandamentos? A bondade humana é o caminho para a vida eterna? O que Deus faz para que tenhamos a vida eterna? Creio que essas e outras perguntas serão respondidas nas lições que veremos a seguir.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

SALVAÇÃO PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA















Texto: “Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa”. (At.16.31).

Se eu fosse perguntar aqui: “quem deseja que sua família seja salva?” Com certeza ouviríamos em alto e bom som: “EU”, com letras maiúsculas. Mas, se eu perguntasse: “você confia, crer em Jesus o suficiente ao ponto de que sua família possa ser influenciada por tua fé?” A partir daqui a resposta não é tão forte assim não é? A palavra grega usada na passagem bíblica que traduzimos por casa é “oikos” que quer dizer literalmente “casa”. Todavia, existem as suas sub-definições que vão coincidindo com o contexto. Para o caso aqui do nosso texto temos as seguintes definições: “lar”, “todas as pessoas que formam uma família”, “ocupantes de uma casa”, “família”, “descendentes de alguém”. Alguns pensam que essa declaração de Paulo e Silas foi uma profecia. Seria uma promessa para os cristãos? Não. O que Paulo e Silas estão dizendo é que a salvação daquele homem e de sua família iria depender da fé dele em Jesus Cristo. Fé para a sua própria salvação e fé para orar e testemunhar de Cristo convictamente para os seus familiares para que eles venham ser tocados pela graça da mesma fé para salvação. Isto é, eles associaram o poder de alcance da salvação daquele homem se estendendo para sua família a partir da fé dele por Jesus. Vejamos como isso é relevante para todos nós diante das verdades que estão nesse texto: