sexta-feira, 16 de maio de 2014

O DEUS SANTO QUE PRODUZ SANTIFICAÇÃO PLENA





“O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. (1Ts.5.23)

Deus tem o poder santificador sobre nossas vidas. E esse poder é que vai operar em nós através dos benefícios da graça concedidos por Deus em Cristo. O apóstolo Paulo nessa passagem não exige que nos santifiquemos, mas revela o outro lado impossível a nós de realizarmos no processo de santificação. Homem nenhum se santifica sem a graça de Deus. Assim, o início das palavras de Paulo é a resposta divina para o socorro de nossa luta contra o mal, conforme ele pede na carta: “abstende-vos de toda forma de mal”. (v.22). O Novo Testamento revela uma participação divina na santificação do homem, atribuição que no Antigo Testamento se resumia unicamente ao homem, numa luta frustrada pela obediência a Lei divina. E assim, Deus é que santifica e vai santificar o ser humano alcançado por sua graça.

A santificação que procede de Deus vai agindo no cristão de maneira quase não percebida por nós. Se não fosse a Palavra de Deus não saberíamos como. Vejamos:

quarta-feira, 2 de abril de 2014

DESCOBRINDO QUEM SOMOS (uma mensagem para todos os cristãos).



A maior dificuldade da igreja de Cristo ser impactante como deveria ser nesse mundo é a descoberta de quem somos quanto povo de Deus. E não só a descoberta, mas a concretização dessa descoberta na vida prática da igreja. Imagine você se todas as congregações espalhadas pelo Brasil e mundo a fora tomassem realmente posse de sua identidade como a Bíblia assim declara a igreja de Cristo ser? Imagine uma igreja local vivenciando, concretizando, pessoa a pessoa, as declarações bíblicas de quem somos? Pode ter certeza, o Diabo conspira contra nós para que não venhamos a alcançar isso. O mundo não quer e planeja de tudo para que não sejamos o que devemos ser. Até mesmo alguns que estão entre nós conspiram para que não venhamos a ser o que temos de ser. Todos, exceto Jesus, conspiram contra nós para que venhamos a permanecer numa postura amistosa, neutra e omissa quando aquilo que deveríamos ser. Pode ter certeza disso.

Mas, Deus é maior. Ele é o rei do seu reino. E aqueles que estiverem sob o seu domínio, não vão durar muito tempo nessa inércia. Assim, creio eu. Jesus é o verdadeiro dono da igreja. E ele há de despertá-la, como sempre fez no decorrer da história, e em nossa geração não vai ser diferente. Creio que vontade divina e a responsabilidade humana caminhando juntos, uma igreja local na redondeza, bairro, cidade, estado, nação e mundo ao seu redor sofrerão um impacto poderoso de salvação e temor de Deus.

A grande questão é descobrir o que somos, não apenas uma descoberta intelectual ou informativa, mas uma descoberta pessoal, vivencial, experimental de ser igreja de Cristo. Que, por pertencer a ela, se descobrir o seu potencial como tal. E como disse anteriormente, os inimigos de Deus, conspiram para que não tenhamos essa descoberta intima e pessoal. Meu desejo é que ao passarmos pelos textos bíblicos que vou citá-los aqui possamos receber com fé e com disposição de alma para o que será semeado através do poder da Palavra de Deus pregada aqui.

sábado, 1 de março de 2014

O AGIR DE DEUS E A RESISTÊNCIA DO MAL















Texto base: Marcos 5.1-20

Os discípulos estavam indo pelo mar da Galiléia em direção da região de Gadara e se deparam com uma forte tempestade. Jesus, inusitadamente, aparece a eles no meio da tempestade, e põe fim nela. Ao desembarcarem na “terra dos gerasenos” logo veio ao encontro um homem possesso de espírito imundo. No confronto, Jesus interroga ao demônio qual era o seu nome. “Legião”, a resposta mostrou o quanto agia o mal sobre aquele homem possesso. Nos regimentos militares romanos, uma legião equivalia aproximadamente em 6 mil soldados. Imagine o quanto o mal se une para fazer resistência ao agir de Deus. Embora essa quantidade de forças do mal empenhada, Jesus não estava ali para perder a sua viagem. Diante dessa batalha espiritual podemos retirar grandes lições para nossa vida. Entre elas:

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O PODER DIVINO É TRANSFORMADOR E TRANSBORDANTE


 Texto principal: Atos 10.1-8, 17-24, 44-48; 11.1-26
 
Muito se fala do poder de Deus, do poder do Espírito Santo, mas pouco se constata a transformação e o transbordar desse poder. Lembro-me agora do profeta Elias diante dos profetas de Baal no monte Carmelo. Quando Elias preparou o seu altar, mandou cavar valas e colocar água. Mandou jogar água sobre o holocausto e sobre o altar. Elias clamou e desceu o poder de Deus em fogo. Consumiu o holocausto e consumiu a água da vala. Deus quando age de verdade, não há possibilidade alguma dele ficar apenas no superficial, numa região, num povo, numa turma, numa cultura ou na esfera religiosa. Quando Deus age, esse agir transforma e transborda ao ponto de alcançar outras áreas da vida e outras culturas.
 
Em nosso texto principal, temos essa realidade do agir transformador e transbordante do poder divino. Que através desta mensagem possamos entender mais profundo o que seja poder divino.
 
Temos aqui Pedro, alguém muito focado em sua religião e seus costumes. Depois nos aparece Cornélio, uma pessoa que apesar de seus atos de caridade, precisava de salvação. Alguém de outra cultura, fora da esfera religiosa de Pedro. Temos ainda os demais não judeus, a família e amigos e Cornélio. Os discípulos que haviam sido dispersos por toda a região da Fenícia, Chipre e Antioquia, mas não anunciavam a palavra para eles. Porém, apenas aos judeus. Mas, temos também, alguns deles que eram de Chipre e de Cirene que foram até Antioquia, mas pregavam também aos gregos. Temos também a alegria de Barnabé que, ao tomar conhecimento das coisas que acontecem entre os gentios e partiu atrás de Saulo (Paulo) e encontrando-o, trás para Antioquia onde lá ensinam o evangelho a numerosa multidão. DEPOIS DE TUDO ISSO, eles foram, pela primeira vez, chamados de Cristãos.
 
É nesse cenário de grande transformação, resultado do poder divino que transborda onde vamos meditar em algumas lições que foram retiradas do texto principal.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O ALCANCE DA VIDA ETERNA


Texto: Mateus 19.16-26

A vida eterna não é um assunto tanto popular na igreja evangélica moderna (entre os neo-evangélicos), o motivo nós já sabemos: se prega hoje uma mensagem focada na vida terrena. Todavia, esse assunto foi citado 43 vezes no Novo Testamento e 02 vezes no Antigo Testamento. Isso fora as associações ao assunto de forma indireta. O que de fato merece toda a nossa atenção. Lembro-me das palavras do apóstolo Paulo quando já havia pessoas desse tipo, que se importam mais com a vida terrena do que com a vida eterna; e nisso se tornam inimigos da cruz de Cristo. Pois a promessa da cruz é a vida eterna. Ele escreveu: “... são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas. Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas”. (Fp.3.18-21).

A vida eterna é, à luz da Bíblia, uma esperança de que a morte será vencida com o advento da ressurreição e viveremos para sempre na companhia de Deus em Cristo Jesus. São várias as passagens bíblicas que falam disso, eu poderia ficar citando todas elas aqui, mas o meu objetivo é entregar a mensagem que Deus me deu. E por falar na mensagem, façamos algumas perguntas: É possível alguém alcançar a vida eterna? O ser humano pode ter a vida eterna obedecendo aos mandamentos? A bondade humana é o caminho para a vida eterna? O que Deus faz para que tenhamos a vida eterna? Creio que essas e outras perguntas serão respondidas nas lições que veremos a seguir.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

SALVAÇÃO PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA















Texto: “Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa”. (At.16.31).

Se eu fosse perguntar aqui: “quem deseja que sua família seja salva?” Com certeza ouviríamos em alto e bom som: “EU”, com letras maiúsculas. Mas, se eu perguntasse: “você confia, crer em Jesus o suficiente ao ponto de que sua família possa ser influenciada por tua fé?” A partir daqui a resposta não é tão forte assim não é? A palavra grega usada na passagem bíblica que traduzimos por casa é “oikos” que quer dizer literalmente “casa”. Todavia, existem as suas sub-definições que vão coincidindo com o contexto. Para o caso aqui do nosso texto temos as seguintes definições: “lar”, “todas as pessoas que formam uma família”, “ocupantes de uma casa”, “família”, “descendentes de alguém”. Alguns pensam que essa declaração de Paulo e Silas foi uma profecia. Seria uma promessa para os cristãos? Não. O que Paulo e Silas estão dizendo é que a salvação daquele homem e de sua família iria depender da fé dele em Jesus Cristo. Fé para a sua própria salvação e fé para orar e testemunhar de Cristo convictamente para os seus familiares para que eles venham ser tocados pela graça da mesma fé para salvação. Isto é, eles associaram o poder de alcance da salvação daquele homem se estendendo para sua família a partir da fé dele por Jesus. Vejamos como isso é relevante para todos nós diante das verdades que estão nesse texto:

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O TEMPLO DE DEUS TEM QUE SER RECONSTRUÍDO, NÃO PODE PARAR













Texto principal: "Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá". 1Co.3.16,17

Há muito tempo atrás, o Templo de Israel havia sido destruído, porque o povo de Israel havia deixado de buscar ao seu Deus Yahveh e de guardar seus mandamentos. Então, sob a permissão de Yahveh, a Bíblia nos conta que o rei da Babilônia: Nabucodonosor invade Jerusalém, destrói o Templo e toda a cidade; e ainda leva o povo cativo. Há mais tempo atrás ainda, o ser humano ao desobedecer ao seu Criador caiu de seu estado de imagem da glória de Deus e honra para um estado desprezível e miserável de pecador. Você pode perceber tamanha semelhança?

Pois, a semelhança continua... Jesus Cristo veio ao mundo para reconstruir um templo superior (Jo.2.19). Não o Templo de pedra, mas um templo de carne, espiritual, para ser morada de Deus: o nosso coração. Não é a toa que o apóstolo Paulo fala o que acabamos de ler aqui. Somos realmente Templo de Deus, mas estamos sendo restaurados ou abandonados em ruínas? Creio que hora de começar a restauração do Templo de Deus em teu coração não percebe? E creio também que os que estão em restauração não se desanimem diante das ameaças externas para parar!

Vamos abrir nossas Bíblias no livro de Esdras e aprender um pouco mais sobre isso? Vejamos:

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O EVANGELHO EM PARÁBOLA



Texto base: Mateus 22.1-14

1) Todos quantos rejeitam ao evangelho de Jesus não são dignos de sua graça (v.8).
"Então, disse aos seus servos: Está pronta a festa, mas os convidados não eram dignos".

O povo de Israel é um grande exemplo disso. Deus chama Abraão, faz dele uma nação, a nação se forma, e ao seu tempo Deus lhes envia o seu messias, porém eles não recebem. Isso tá bem claro nas palavras de João, quando ele diz: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”. (Jo.1.11).

Você acha que pode se remir por conta própria? “Pois quê? Somos melhores do que eles? De maneira nenhuma, pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado”. (Rm.3.9)

Você não acredita que és um pecador e como tal será condenado? Veja o que diz o evangelho: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”. (Rm.6.23). “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. (1Jo.1.8). Para o pecador só lhe resta a salvação por meio da graça divina: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Ef.2.8,9).

O homem em estado de pecado é incapaz de escolher Deus, nem muito menos de ter fé em Cristo para sua salvação. Seu prazer é só pecar e seu fim é a condenação eterna. Ele precisa da graça de Deus! (Ef.2.1-5). O evangelho de Jesus não é uma opção é uma necessidade! O que você vai fazer?

domingo, 11 de agosto de 2013

A BASE DE UMA IGREJA CRISTÃ


Texto inicial: At.17.28

Quando nos propomos ser uma igreja cristã, uma comunidade de convertidos, temos que entender sua base. Qual é a base de uma igreja cristã? Se essa questão for respondida dentro do contexto bíblico, seremos de fato uma igreja cristã. Do contrário, pra quê criar mais uma religião? Apenas para atender ao indiscutível instinto religioso do homem? Isso hoje em dia a psicologia da auto-ajuda já se propõe a assumir essa vaga.

O texto inicial nos ajuda a responder essa questão: Qual é a base de uma igreja cristã? Todavia, antes de entrarmos no mérito da questão, vamos começar pelo que não deve ser a base de uma igreja cristã? Olhando para o que tem muito assediado as igrejas evangélicas hoje, podemos trazer uma resposta evidente e obviamente não condizente com o ensino cristão. São eles:

domingo, 7 de julho de 2013

UMA IGREJA VERDADEIRA NUMA SOCIEDADE EM DECOMPOSIÇÃO MORAL, SOCIAL E TEOLÓGICA.
















Texto inicial: Filipenses 2.12-16

Estamos correndo contra o tempo, precisamos nos adiantar mais. Pois, cada vez mais o mundo caminha a passos ligeiros para sua decomposição moral, social e teológica. E igreja não deve ficar assistindo isso ocorrer. Pois, se não cuidarmos, juntos iremos nos perder com essa sociedade. Assim como ocorreu no Egito, o povo de Israel recebeu de Deus um sinal para que não viessem a perecer juntos com os egípcios (Êx.12.12,13,22,23).

Para que sejamos Igreja verdadeira de Jesus no meio de uma sociedade em decomposição. Para que venhamos a nos preservar de nos decompor juntos com essa sociedade, precisamos tomar algumas atitudes sábias, de fé e de moderação. Lembre-se de Ló, que mesmo escapando da destruição de Sodoma e Gomorra perdeu parte de sua família (esposa e futuros genros), além disso, tomou atitudes que revelaram a forte influência das duas cidades sobre sua vida. Ló ofereceu suas filhas para os homens que queriam abusar sexualmente dos anjos que haviam se materializado na porta de sua casa (Gn.19.8); Ló demorou-se a atender o chamado divino para sair daquelas cidades, os anjos tiveram que tomá-lo pela mão (v.16). Precisamos agir com medidas preventivas, preservando nossa fé, nossas vidas e nossas igrejas de não se acabarem junto com essa sociedade.

O que precisamos fazer para que possamos nos manter como Igreja verdadeira no meio de uma sociedade em decomposição moral, social e teológica?

segunda-feira, 10 de junho de 2013

SENDO UMA FAMÍLIA CRISTÃ NO MEIO DE UMA SOCIEDADE DIVERSIFICADA


"Porém, se vos parece mal servir a Yahveh, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos a Yahveh". Josué 24.15

Para que uma família realmente seja uma “família cristã” é necessário que tenha uma base espiritual bem formada e diferenciada. Pois, vivemos numa sociedade não muito diferente do tempo de Josué e sua família. Os povos ao redor de Israel tinham seus deuses e suas crenças. A nação de Israel, ao invés de manter sua fé em Yahveh, em sua maioria se deixava influenciar pelas crenças das nações vizinhas. E até mesmo a aceitar tanto a fé em Yahveh como nas outras crenças. Num tipo de pré-ecumenismo religioso. Josué, porém, se posiciona com firmeza de que ele e sua família serviriam a Yahveh. Será que nossa família, os líderes de nossas famílias se posicionam assim? Será que a liderança cristã hoje tem esse posicionamento? Se Josué tivesse vivo hoje seria enquadrado pelos teólogos liberais e líderes ecumênicos modernos como “fundamentalista fanático”. O fato é se queremos realmente ser uma família cristã temos que nos posicionar ou não seremos uma família cristã. Talvez você esteja se perguntando como é que se forma a base espiritual dessa família e como ela se torna diferenciada?

O texto de Josué 24.15 revela-nos o embrião da revelação de Deus ao homem que nos fornece essa base e esse diferencial para a família cristã, vejamos:

quarta-feira, 1 de maio de 2013

SER CRISTÃO
















Texto: Lucas 9:57-62

Cristão é uma palavra que vem do grego “christianos” que quer dizer: seguidor de Cristo. “Ser cristão” é evidentemente isso: ser um seguidor de Jesus. Ela surgiu pela primeira vez em At.11:26 como “cristãos”: seguidores de Cristo. Posteriormente ocorre mais duas vezes como “cristão” (no singular): seguidor de Jesus em At.26:28 e 1Pe.4:16.

Com o passar dos séculos o cristão vem sendo confundido com alguém bem distante da realidade de quem SEGUE Jesus Cristo. E tornou-se alguém que segue uma denominação evangélica ou alguém que segue determinada crença. Todavia, as palavras de Jesus jamais passarão, ele disse: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. (Mt.24:35). O Espírito Santo de Deus, aquele que ficou encarregado de ser o vigário de Cristo na Terra, conforme Jesus assim determinou: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco”. (Jo.14:16). Ele está conclamando a todos os verdadeiros cristãos a atenderem as palavras de Cristo. Dele Jesus disse: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”. (Jo.14:26) E se colocarem a refletir e se dispor a viver o que Cristo propôs a todos aqueles que queriam segui-lo: “Seguir-te-ei para onde quer que fores”. (Lc.9:57b). A todos aqueles que querem SER CRISTÃO! Você quer ser cristão? Então vamos lá:

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A VINDA DE JESUS E O SEU SIGNIFICADO




















TEXTO: 1Pedro 3:1-18
A história da humanidade é pontuada em vários acontecimentos e não se sabe ao certo o que virá. Todavia, a Palavra de Deus pontua acontecimentos fundamentais da humanidade e sim sabe onde vai chegar. São eles: Criação, Queda, Redenção e Consumação. Deus criou todas as coisas, deixou tudo o que era necessário para a humanidade. Porém, a humanidade caiu em desobediência, perde comunhão com esse Deus criador. Então, Deus providenciou o salvador que é Jesus Cristo. Ele veio conviver conosco e nos trazer a redenção de nossa queda. Levando ele a culpa da queda em nosso lugar: “o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação.” (Rm.4:25). E agora nos dirigimos para a consumação. Cada dia nós vamos vendo o fim do túnel. Os sinais vão aparecendo a nossa frente como se fossem placas de trânsito quando estamos na estrada nos dirigindo para um lugar. E é nessa direção que todos caminhamos, para a CONSUMAÇÃO. Falar da volta de Cristo é falar sobre a consumação, o fim. Muitos pensam que o fim é quando morremos. Hipótese enganosa! Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. (Jo.5:24). Também disse: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”. (Mt.10:28). Ele nos conta a história do Rico e de Lázaro, o mendigo. Relatando claramente a vida após a morte. O restante da Bíblia Sagrada nos relata o mesmo: Ec.12:7; Hb.9:27; Ap.6:9,10. O testemunho das Escrituras nós somos mortais quanto ao corpo: Rm.6:12. Em fim, a consumação de tudo não é a morte, nem muito menos a do corpo, mas A VOLTA DE JESUS CRISTO. Ele disse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim”. (Ap.22:13).
Essa CONSUMAÇÃO é retratada pelo apóstolo Pedro de forma brilhante. Ele nos deixa em sua carta uma excelente ministração sobre a volta de Cristo. Contendo ela:

quarta-feira, 6 de março de 2013

OS GRANDES DESAFIOS DO CRISTIANISMO















Texto inicial: 1Samuel 17.1-11; 24-37;  41-50.

O que nós temos como desafio? Imagine agora o que pode ser ameaça para o cristianismo? O movimento homossexual? O islamismo? Um ressurgimento do comunismo? Renúncia de grandes líderes religiosos? As heresias? O ateísmo? As drogas? Povos não evangelizados? A idolatria? A feitiçaria? Será que essas questões são realmente alguma barreira que seja tão forte quanto as “portas do inferno”? Não foram essas portas que Jesus disse que “não prevaleciam contra a igreja dele? (Mt.18.16). Será que podemos considerar essas questões como GRANDE DESAFIO DO CRISTIANISMO?

Pode ter certeza, essas coisas são pequenas diante dos GRANDES DESAFIOS que temos entre nós. Pois os desafios que o Espírito Santo de Deus me impulsiona a falar, esses sim podem destruir a igreja de Jesus e tornar os desafios aqui citados muito piores e maiores!

SÃO ELES...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

AVIVAMENTO NO REINADO DE EZEQUIAS












Texto base: 2Reis 18.1-7
O que é avivamento?
É “um despertar” para as coisas relacionadas a Deus de forma substancial, transbordante na vida do cristão e da igreja e impactante na sociedade.

Quando o rei Ezequias começou a reinar, a situação no povo judeu era: de confusão de fé; perca de comunhão com Deus, reino dividido: Israel e Judá, o reino de Israel havia sido dominado pelos Assírios (2Rs.17.6). A terra de Samaria, em Israel tornou-se um lugar de culto ecumênico (2Rs.17.33, 41). Estratégia criada pelo monarca assírio Tiglate-Pilser III. Ele transportava cativos de outros reinos para um reino e enviada os cativos desse reino para outros reinos, fragilizando assim a possibilidade de rebelião dos povos dominados. Só restava o reino de Judá, no qual Ezequias tornou-se rei. Todavia, o reino de Judá também se comportava como o reino de Israel (2Rs.17.19). E o seu fim chegava também como o do reino de Israel (Is.10.11).

Podemos presenciar indícios claros de avivamento no reinado do rei Ezequias, rei de Judá. Dentre eles, constamos: